Assistentes sociais insatisfeitos com irregularidades no concurso público de saúde - Na Mira do Crime
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Assistentes sociais insatisfeitos com irregularidades no concurso público de saúde

Assistentes sociais insatisfeitos com irregularidades no concurso público de saúde


Os assistentes sociais para área de saúde denunciam irregularidades registadas nas salas de prova para o concurso público de saúde, que teve início nesta quarta-feira, 21, em todo país

Por: Kihunga Bessa

De acordo com os assistentes que falaram em exclusivo ao NA MIRA DO CRIME, tão logo viram os seus nomes nas listas lançadas, dirigiram-se para o colégio Ngola Nzinga, localizado no município da Maianga, província de Luanda, para a realização das provas.

Dizem que o que mais chamou à atenção é que, dentro das salas de prova, já havia elementos que são sociólogos teólogos e até mesmo elementos do ensino médio que frequentaram o curso de ciências económicas jurídicas.

"E como não bastasse, deram provas difíceis, realizadas não menos de duas".

Mas isso é menos. O problema é que "se o concurso é para a área de saúde, como é possível termos sociólogos e teólogos, até indivíduos de ciências económicas jurídicas?". "Sentimo-nos injustiçados, uma vez que Luanda tem apenas pouco menos de 50 vagas, e com os candidatos de outras áreas do saber serem os primeiros a entrar na sala de provas, concluímos que o concurso público é só uma fachada, porque os apurados já são conhecidos", acusaram.

Referiram-se ao decreto que aprova a carreira do trabalhador social, que é decreto n° 109/22 de Maio e classifica as categorias quer de nível superior, médio quer de base.

"Logo, sentimo-nos desvalorizados quando somos misturados com aqueles que não têm a nossa formação", sublinham.

Eles pedem a quem de direito para pôr ordem no concurso público dos assistentes sociais do sector de saúde.

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