SIC detém vietnamitas por retenção de moeda e associação criminosa
O Serviço de Investigação Criminal (SIC), através da sua Direcção Central de combate aos Crimes contra o Património, deteve, no bairro dos Pescadores, município de Cacuaco, três cidadãos vietnamitas, com as idades entre 25 e 60 anos, pelos factos que configuram os crimes de associação criminosa, retenção de moeda e falsificação de documentos.
Por: Kihunga Bessa
De acordo com o Porta-voz do SIC-geral, Superintendente-chefe, Manuel Halaiwa; a base da investigação incidiu numa publicação nas redes sociais, onde os indivíduos faziam exposição de avultadas somas monetárias, em Kwanzas, o que configura num crime de retenção de moeda.
“Em sede da exposição do dinheiro, obrigou a Direcção Central de combate Contra Patrimónios, a trabalhar em fortes diligências que permitiu a sua localização e consequente detenção”, disse, acrescentando que, sobre o grupo recaem fortes suspeitas de contrafacção de moeda.
Em sede do cumprimento do mandado de Revista, Busca e Apreensão, no mesmo local, foram encontrados em posse destes indivíduos 30 passaportes emitidos pela República do Vietname, cujos os titulares são vietnamitas que, alguns destes, apresentam-se com vistos de entrada internacional, quer de trabalho, vistos de turismo e que alguns já estão com datas de validade caducado, e outros com vistos de trabalho, também já vencidos cujo os seus proprietários encontram se em locais incerto.
"Além dos passaportes, foram ainda encontrados com os detido 40 certificados internacional de vacinas da República de Angola, cuja a emissão é feita por um órgão competente do Ministério da saúde”.
Halaiwa, avançou ainda que há suspeitas de que estes asiáticos estejam ligados a uma rede que facilita a entrada ilegal de estrangeiros em território nacional.
“Vamos apurar, por se tratar ainda de detenções preliminares, pois os implicados serão presentes ao Ministério Público para formalidades, e posteriormente a promoção para o juiz de garantia, no sentido aplicar medidas de coacção pessoal correspondente aos actos praticados”, concluiu.









