No Cazenga: Marginais matam segurança com tiro na cabeça amordaçaram outro e levam duas AKM
Um segurança foi morto no local de trabalho por marginais que terão manietado o seu colega, levando as duas armas de fogo que usavam em serviço. A família do segurança morto desconfia do colega e pede à polícia que aprofunde as investigações para deter os criminosos.
Por: Na Mira do Crime
Um cidadão que em vida chamou-se Gomes Teixeira, de 47 anos de idade, residente no bairro Malueca, foi encontrado morto no interior de uma viatura com perfuração de bala na região da cabeça, no dia 19 do mês em curso, quando guarnecia um armazém localizado próximo da rotunda da escola 1° de Junho, distrito urbano do 11 de Novembro, município do Cazenga.
Segundo os moradores do bairro, o segurança terá sido vítima de assassinato, tendo o incidente ocorrido de madrugada, quando ele e um dos seus colegas faziam a guarnição do armazém.
Sebastião Teixeira, irmão da vitima, disse à nossa reportagem que tudo aconteceu quando o seu familiar se encontrava a trabalhar e foram surpreendidos por meliantes.
"O colega disse que, enquanto eles exerciam a actividade de segurança do armazém, o meu irmão despediu-se do colega justificando estar com sono. O colega informou que momentos depois do meu irmão se despedir dele, ouviu um disparo de arma de fogo, quando tentou supervisionar o local, foi surpreendido por um grupo de marginais munidos de armas de fogo, que o imobilizaram apontando-lhe uma arma na cabeça, e levaram a sua arma", disse.
A família alega não dar crédito às explicações do colega da vítima, pois, "a descoberta do corpo só foi possível quando o motorista da viatura pretendia retirar o carro e partir para o trabalho de táxi, momento em que se deparou com o cadáver sem a arma de serviço, alguma coisa o colega está a ocultar, porque a arma dele também foi levada", alega.
A família pede às autoridades policiais no sentido de prestarem um trabalho com mais rigor, uma vez que, disseram, "a polícia tem que investigar para se apurar como decorreu o crime, porque foi levada a arma do colega e do nosso irmão", acrescentando que "foi removido o corpo e não se deu continuidade à investigação e o pior é que o colega foi posto em liberdade sem o nosso conhecimento, pedimos mais seriedade da polícia neste caso", pediram.










