Família acusa rival: Jovem morre após ser alvejado por disparo de arma de fogo numa churrascaria na Mabor
Um cidadão nacional que em vida respondia pelo nome Pio Sabálo Luciano, de 23 anos de idade, residente no bairro Cawelele, distrito urbano do 11 de Novembro, município do Cazenga, morreu na passada quinta-feira, 13, após ter sido baleado por elementos desconhecido, enquanto convivia com a namorada e um primo.
Por: Alfredo dos Santos Talamaku
De acordo com o tio da vítima que falou sob anonimato, o seu sobrinho terá saído de casa com o primo e foram ao encontro da sua namorada, e após terem mantido contacto com a mesma na zona da Cuca, isto por volta das 18 horas, transportados por uma motorizada, rumaram até a churrascaria denominada “cabrité e franguité”, localizado no bairro da Mabor, rua do Centro médico do Ndozi.
“Fomos informados que tão logo chegaram ao cabrité, apareceram vários elementos em duas motorizadas e começaram a disparar, o meu sobrinho foi atingido no abdómen”, contou.
Segundo o nosso entrevistado, tão logo os elementos saíram do local, apareceram agentes da polícia nacional afecto a Unidade de Reacção e Patrulhamento, que de imediato socorreram o ferido até ao hospital dos Cajueiros.
No entanto, conta que tão logo foram informados, quando se dirigiram até ao referido hospital, encontraram o corpo do familiar (já) depositado na morgue.
"Encontramos o corpo do Pio já colocado na morgue, sem qualquer informação deixada pela polícia, recorremos ao Comando Municipal do Cazenga, mas ao pedir a abertura de um processo nos negada a intenção, pelo facto de eles desconhecerem o ocorrido; foi graças a intervenção de alguém influente que foi aberto o processo número 26/91/DIC-CZ/024", descreveu.
A família denunciou ao Na Mira do Crime que, antes do triste acontecimento, a vítima terá sido alvo de ameaças de morte por parte de um suposto antigo amante da sua namorada.
Um vídeo colocado nas redes sociais, captado por uma câmara de vigilância no local, mostra detalhes de como tudo aconteceu.
"A polícia deve investigar para se esclarecer o que realmente aconteceu, e quais foram as razões que levaram os polícias a depositarem o corpo na morgue sem fornecer informações tanto aos seus funcionários da morgue, como ao comando municipal", pediram os familiares.
Contactado na manhã de terça-feira, 18, pela nossa reportagem, o Porta-voz do Comando Provincial de Luanda, Superintendente-chefe Nestor Goubel, prometeu pronunciar-se a qualquer momento.










