Corpos foram jogados numa fossa: Jovem de 28 anos viola e mata irmã a martelada, sobrinha de 2 anos morreu após ser jogada contra a parede
Um jovem que aparenta ter 28 anos de idade, identificado por Amilton Abel, matou com marteladas na cabeça, na manhã de sexta-feira, 10, no município dos Mulenvos, bairro 500 Casas, a sua própria irmã que em vida atendia pelo nome Rita José Artur, de 36 anos de idade, e de seguida agrediu-a sexualmente, em acto sequente, jogou a sua sobrinha de apenas dois anos de vida contra a parede, causando morte imediata, não satisfeito, jogou os corpos numa fossa.
Por: Cambundo Caholua
De acordo com Carlos Mateus Artur, sobrinho da malograda, tudo começou na sexta-feira, por volta das 9 horas, quando o homicida aproveitou da ausência da sua esposa e, uma vez que vivia na mesma residência com às vítimas, aproveitou cometer o duplo homicídio.
"A esposa do meu tio não estava em casa, lá só se encontravam ele, a minha tia e a filha dela. Ele Pegou num martelo e atingiu quatro vezes a cabeça da minha tia", começou por contar.
O nosso entrevistado disse ainda que a criança, Ludmila de Fátima, de 2 anos de idade, era muito inteligente, e o tio com receio da menor denunciar o homicídio, segurou também na pequena jogou duas vezes contra a parede, causando morte imediata.
“Ele ainda violou a minha tia, mesmo depois de estar morta, e de seguida pegou os dois corpos e jogou na fossa que se está no interior do quintal", salientou.
Mateus conta que tomaram conhecimento do crime, porque começaram a notar a ausência das vítimas, como as mesmas viviam com o assassino, foi necessário deslocar-se à residência para saber do seu paradeiro.
"A minha mãe, que é irmã da malograda, mandou a minha irmã menor chamar a minha tia, e o meu tio disse que ela não estava, disse que saiu e foi ao pai da filha dela em busca de dinheiro de medicamentos, mas a minha irmã achou estranho”, narrou.
“Ontem, a minha mãe disse que teve um sonho, e que a minha tia estava na fossa, mas, a esposa do meu tio assassino, também já reclamava do cheiro que saía da fossa, pensando que alguém havia jogado lá um gato”, recordou.
Quando foram ter com ela, disse que viu manchas de sangue no chão, “então esta informação deixou a minha mãe assustada, e na manhã desta segunda-feira, 13, dirigimo-nos até a residência do meu tio, onde também vivia a malograda e a filha, para perceber o que estava a ocorrer”, contou.
"Assim que chegamos lá, pedimos para ver na fossa, ele, o próprio meu tio, ainda segurou numa lanterna do telefone e começou a iluminar, é muito corajoso. Quando vimos os corpos, ele próprio gritou assim: ché quem fez isso? como se não soubesse nada", lamentou.
Posteriormente, contou, uma das irmãs do suspeito pegou-lhe no braço e pediu que se chamasse a polícia.
Foi quando chegaram no local efectivos do Serviço de Investigação Criminal (SIC), detiveram o suspeito e fizeram a remoção dos corpos, já em estado de decomposição, porque estavam naquele local há três dias.
No entanto, corpo de perícia do SIC terão informado aos familiares que a jovem, depois de ser morta a marteladas, foi abusada sexualmente.
"Quero justiça, quero que ele fique na cadeia, apodreça e morra mesmo lá", sentenciou o sobrinho.
Familiares contaram ao Na Mira do Crime que, aparentemente Amilton Abel não sofre de nenhuma patologia do fórum psiquiátrico, mas sabem que supostamente andava em casas “escuras”, facto que o terá levado a sacrificar os seus parentes.










