Crime violento: Moto-taxista executado com tiro no pescoço no Cazenga
Um cidadão nacional identificado como “Paiza”, de 23 ano de idade, proveniente da província de Benguela, moto-taxista, residente na província de Luanda, município do Cazenga, foi assassinado com tiro no pescoço, a cem metros da sua residência, na tarde desta terça-feira, 18, no largo do mini mercado Mil e 500, distrito do Kima-Kieza, durante um assalto.
Por: Mário Cunha
André João, de 36 anos de idade, explicou ao Na Mira do Crime que o crime ocorreu por volta das 20 horas e 50 minutos, quando estava no interior da sua residência, a cem metros do local e ouviu um tiro, parecia ser a queima-roupa.
“Abri um pouco o portão e vi três jovens armados, um trajado de t-shirt preta e um outro de branca, estavam próximos de duas motorizadas em volta do corpo do Paiza, que ainda estava vivo”, detalhou.
Contou que, após os bandido se retirarem do local, ele e mais duas pessoas, abriram o portão “para ver de perto quem se tratava, foi aí que vimos que era o de Paiza, e que frequentava o nosso quintal, por ser nosso conterrâneo”, informou, acrescentando que, foi assim que correu até a casa da vítima, para dar a conhecer o sucedido.
João José de 36 anos de idade, outro entrevistado, amigo e conterrâneo do Paiza, disse que tão logo tomou conta do caso, levou o amigo ao Hospital Geral dos Cajueiros, mas, infelizmente, acabou por morrer ao longo do percurso.
Ferreira João, de 42 anos de idade, é amigo do malogrado, além de colega de trabalho, é natural de Balombo, em Benguela, onde saiu com a vítima, a procura de melhores condições de vida.
“A nossa placa é a paragem do Tanque do Cazenga e no Patrício, o Paiza já foi vítima de um assalto a mão armada no mês de Fevereiro deste ano, mas saiu ileso”, observou.
De acordo com moradores, na zona do mini mercado Mil e 500 já se falam em quatro assaltos desde Novembro 2024 e Março do corrente, todos contra moto-taxistas.
O Na Mira do Crime sabe que o caso já é do domínio das autoridades, que tudo fazem para identificar e prender os bandidos.










