SIC-Cazenga recolhe às celas bandidos que assassinaram segurança de 55 anos e roubarem a AKM
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) em Luanda, através da sua direcção do Cazenga, apresentou, na amanhã desta terça-feira, 01, nas instalações do Comando Municipal do Cazenga, cinco cidadãos nacionais com idades entre 25 e 31 anos, acusados de terem asfixiado até à morte o cidadão que em vida respondia pelo nome Neto António Pinto, de 55 anos de idade, na madrugada de dia 13 de Março, no interior de um estabelecimento comercial denominado "SLEITSIEN" no bairro Ilha da Madeira, município do Cazenga, onde o mesmo estava escalado, e roubaram a arma de fogo do tipo AKM, que se encontrava com a vítima
Por: Kihunga Bessa
Segundo o Porta-voz do SIC-Luanda, Superintendente-Chefe, Fernando Carvalho, o crime aconteceu na madrugada do dia 13 Março do ano em curso, por volta das 02 horas da madrugada, quando o vigilante do referido estabelecimento encontrava-se devidamente escalado, em serviço de guarda e guarnição, e foi surpreendido pelos marginais.
"Agrediram-lhe fisicamente e, posteriormente, com uma fita adesiva ataram lhe os membros superiores e inferiores… amordaçaram a boca com um pano, encontrando a morte horas depois por asfixia mecânica", informou.
Salientou que, não satisfeitos com a acção, os meliantes roubaram a arma de fogo do tipo AKM que se encontrava com a vítima.
“Tão logo os operacionais do SIC-Cazenga em colaboração com o DIIP-Cacuaco tomaram conhecimento do caso, através da referida empresa que comunicou, às autoridades fizeram diligências aturadas que culminaram com a detenção dos indivíduos, que foram já presentes ao Ministério Público e posteriormente serão presentes ao Juiz de Garantias, para ulteriores termos processuais”, disse.
O oficial de comunicação do SIC-Luanda, chama atenção às empresas de segurança no sentido de apoiarem às famílias das vítimas, visto que são pessoas que trabalharam há anos nas referidas empresas.
"Não é justo ficarem apenas por pagamento das urnas e serem viradas as costas”, observou.
Apelou as empresas de segurança a não colocarem um homem apenas a guarnecer um posto, sob pena de voltar acontecer situação do género.









