No Rocha Pinto: Cidadão de 59 anos esbofeteado durante assalto à sua residência e executado com tiro no peito
Um cidadão nacional, que exercia a profissão de segurança, identificado por Joaquim Francisco Cambundo, de 59 anos de idade, residente na rua da Moagem, bairro do Rocha Pinto, município da Maianga, foi agredido com duas chapadas no rosto e morto com disparo de arma de fogo, na região do peito, no momento em que os marginais se retiravam da sua residência, após efectuarem assalto.
Por: Cambuta Vieira
Segundo familiares que falaram ao Na Mira do Crime sob anonimato, o assalto ocorreu por volta das 03 horas da madrugada de terça-feira, 03, quando um grupo de mais de seis elementos, munidos com armas de fogo, se introduziram no interior do quintal da vítima, sendo que quatro posicionaram-se no interior de casa, e os outros dois no quintal, trajados a civil, com roupas preta, com luvas nas mãos e chapéu cobrindo a testa.
Depois de arrombarem a porta, no interior de casa, efectuaram três disparos e exigiram o cartão multibanco do senhor, com o respectivo PIN.
Depois de momentos de terror, contaram, os bandidos levaram consigo quatro telemóveis digital e 15 mil kwanzas.
Porém, na retirada, efectuaram mais dois disparos, e um desses atingiu o peito da vítima.
"O pai não resistiu, não fez nada, mesmo assim um dos meliantes deu-lhe duas chapadas na cara, e sem piedade efectuou os disparos a queima-roupa, e um deles atingiu o peito do meu pai", chorou.
Depois do ocorrido, contou uma das filhas, foram bater a porta dos vizinhos, que socorreram o senhor até a clínica do Prenda, onde foi declarado morto minutos depois.
Não satisfeitos, os meliantes assaltaram uma outra residência situada na referida rua.
Neste assalto, a vítima, identificada como Celma, não foi poupada, os marginais escalaram o murro do seu quintal, com ajuda de pé de cabra, arrombaram a porta, 05 deles entraram no interior da residência, todos armados, e sob a mira de uma pistola, obrigaram a vítima a desarrumar os dois baús, e que entregasse todo dinheiro que tinha em casa.
Os marginais levaram consigo 180 mil kwanzas, duas perucas, um telemóvel digital, dois kilogramas de arroz e exigiram que a mesma efectuasse um transferência por express de 19 mil kz.
Os moradores daquela circunscrição clamam por intervenção das autoridades policiais, pois o bairro já foi calmo. Hoje por hoje, os moradores dizem que não têm sossego.
Este jornal sabe que a situação é do domínio da polícia local, que diz estar a par da situação e que está a investigar o crime.










