Caso da morte da filha do músico Proletário: exames médicos apontam uma "embolia da veia pulmonar" e amiga acusada continua detida
Ainda sobre a morte da filha do conceituado músico Proletário, que em vida atendia pelo nome Dinaneme Adriana Lopes da Silva, de 24 anos de idade, cuja amiga, era vista como a principal suspeita, ainda se encontra detida na esquadra da polícia 44ª, no município dos Mulenvos, a família desta apela por liberdade, uma vez que o certificado de óbito oficial descarta a possibilidade de um possível envenenamento, conforme se presumia, e aponta uma "embolia da veia pulmonar".
Por: Cambundo Caholua
A embolia pulmonar ocorre quando um coágulo de sangue, sobretudo formado em outras parte do corpo como em feridas nas pernas ou da palve, desloca-se até à região dos pulmões, causando uma obstrução que impede o fluxo normal de sangue.
De acordo com o documento que a família da acusada teve acesso, emitido após os exames médicos, a jovem Dinaneme não morreu vítima de envenenamento, mas sim de uma "embolia da veia pulmonar".
Dinaneme, recorde-se, morreu na última segunda-feira, 8, quando se sentiu mal em casa, após ter regressado de um convívio com a referida amiga, alusivo à data do seu aniversário.
Logo a seguir, a companheira foi, de imediato, detida inicialmente para se evitar que fosse retaliada, visto que os indícios apontavam que a infeliz foi vítima de um envenenamento, mas, segundo os exames médicos, esta possibilidade está descartada. A mesma já foi ouvida pelo Procurador junto da esquadra da polícia 44ª.
"Nós, a família, da jovem que está detida apelamos que ela seja posto em liberdade, porque isso está a causar-lhe traumas, sendo que nunca esteve nesta condição de detida", imploraram, "os exames médicos estão aí e confirma a causa da morte, não há lógica de manter-se a nossa irmã detida em condições não muito boa", concluiu um familiar sem ser identificado..










