Polícia "assassino" é reincidente nestas práticas e pretendia fugir para Namíbia ou África do Sul, fugiu através do parque de viagem do "Ti Sho"
Hélder Paulino Dimas, efectivo do Departamento de Informações e Investigação Policial do DIIP, acusado de matar o jovem Fernando Ludje Castelo, de 24 anos de idade, nas bombas da Pumangol do Morro Bento, na madrugada do dia 22 do mês em curso, tentou fugir do País por via terrestre, mas já havia um cordão policial estendido em todas as fronteiras de Angola, com vista a capturar o homicida.
Por: Kihunga Bessa
A investigação Na Mira do Crime sabe que, o suposto criminoso, que vive no bairro Prenda, está colocado na direcção do DIIP, perdeu a sua mãe há coisa de um mês e é reincidente nestas práticas.
"Gosta de luta, quando está envolvido numa contenda, saca a pistola, e dá uma chapada no adversário com a pistola na mão, disparando junto da orelha da vítima para assustá-la, só que desta vez deu errado e acabou por matar o jovem", descobriu uma fonte.
Após cometer o hediondo crime, o Na Mira sabe que o acusado deslocou-se nas primeiras horas da manhã sábado até ao parque do “Tio Sho”, em Viana, onde alugou uma viatura de marca Toyota, modelo Hilux, que o transportou até ao município do Caiundo, na província do Cubango, com a intenção de seguir viagem para a vizinha República da Namíbia ou para a África do Sul.
Durante a fuga, forças e meios foram mobilizadas, com a montagem de barreiras dinâmicas e aleatórias em todo o território do país.
No entanto, enquanto seguia viagem com a Hilux, o segundo elemento detido com o homicida, seguia viagem com uma Land-Cruiser, até à província do Cubango, para servir de viatura de apoio, aquela que seria a responsável de levar o acusado até a fronteira.
Após manterem contacto, e já abordo da viatura Land-Cruiser,
por volta das 21 horas do dia 24 do corrente mês, na ponte sobre o rio Cuvango, município do Caiundo, foram alcançados e detidos dois indivíduos sendo o homicida - 1.º Subchefe do DIIP, e o seu amigo José Manuel Vasco.
Indagado, o agente do DIIP confessou ter cometido o crime de homicídio qualificado e afirmou que pretendia, a todo o custo, sair do País com o apoio do companheiro.










