Taxista é morto com três golpes de faca quando se diria ao parque de estacionamento em busca da viatura para começar mais uma jornada laboral
Um cidadão nacional que em vida respondia pelo nome Garcia João, de 27 anos de idade, residente no bairro da Mabor, rua do Nguami, comuna do Kima Kieza, município do Cazenga, foi morto por marginais, na manhã de quarta-feira, 26, com golpes de faca, no momento em que se dirigia ao parque de estacionamento onde estava a sua viaturas, na zona da rua da OMA, para começar mais uma jornada laboral.
Por: Alfredo dos Santos Talamaku
A vítima, de princípio, exercia a actividade de motorista particular de um cidadão, cujo nome não foi revelado e, nos últimos dias passou a exercer a actividade de táxi com um dos carros atribuído pelo patrão.
Os factos relatados ao Na Mira do Crime pelo irmão da vítima, Pedro, atestam que o malogrado, como habitual, saíu de casa muito cedo, tendo se deparado com os marginais durante o trajecto que o atacaram sem piedade.
"Levaram apenas a carteira dele, deixaram as chaves do carro, o anel de ouro, ou seja, todos os seus pertences", contou o irmão.
O entrevistado acrescentou que a vizinhança terá ouvido gritos e, só depois do pedido de socorro terminar saíram para averiguar o que se tratava.
"Os bandidos diziam em voz alta: vamos lhe fatigar, foram três golpes, um dos quais atingiu a zona do estômago, ele morreu na agonia porque gritou muito por socorro, mas ninguém saíu para acudir porque a nossa zona está muito perigosa", descobriu.
Os familiares pedem as autoridades policiais no sentido de trabalharem para que se possa localizar e deter os autores do crime.
"Não passa muito tempo desde que recebeu o carro e estava a fazer o serviço de táxi, mas começou a receber ameaças por parte de alguém, porque o carro que lhe foi dado andava com alguém que foi-lhe recebido por indisciplina, então a polícia deve investigar o caso, perdemos um filho muito querido, dedicado a igreja e conhecido no bairro pela sua simpatia", lamentaram.
Os moradores do Kima Kieza, e 11 de novembro, sobretudo da zona da OMA e do Pneu grande, denunciaram durante a nossa reportagem, que a livre circulação das pessoas tem sido condicionada pelo facto da insegurança que prevalece no seio dos munícipes.
"Estamos agastados com a situação de assaltos a residências e na via pública com recurso a arma de fogo. A polícia tem que colocar um posto policial aqui na zona da OMA para patrulha, caso contrário teremos sempre notícias de mortes", pediram os moradores.










