Assassinado supostamente por "Yoga" e o "Pecado": Familiares do 1º Sargento das FAA morto à facada por marginais clamam por ajuda do Tribunal da Comarca do Lubango
Familiares do 1º Sargento das Forças Armadas Angolanas (FAA), clamam por ajuda do Tribunal da Comarca do Lubango, após a vítima ter sido assassinado por marginais, depois de ter sido roubada a sua motorizada de marca TVS, modelo GLX, cor preta, nas imediações da Mukanka.
Por: Laurentino Tchatuvela (Huíla)
O filho do malogrado, Isaías Augusto Francisco, que falou em exclusivo ao Na Mira do Crime, disse que o crime ocorreu no dia 22 de Março do ano em curso, e o principal suspeito do assassinato é o cidadão Paulo Nicolau, conhecido como “Yoga”, juntamente com o comparsa Paulo João, também conhecido por “Pecado”.
Explicou que, desde o falecimento do pai, não conseguiram ter acesso à conta bancária dele, nem receberam sequer os seis meses da pensão de sangue.
Todos os documentos foram entregues à unidade da qual ele fazia parte, concretamente no DRM, no Rombante, mas até o momento não houve resposta.
"Sempre dizem que tais documentos já foram entregues a outras instâncias superiores e que é necessário esperar, mas a maior preocupação da família são os dois menores de idade que o pai deixou", observaram.
"O pai tinha duas mulheres, apesar de não ter casado oficialmente, mas o Tribunal só reconhece a primeira, que é a nossa mãe", explicou.
Disse que, quando as duas mulheres foram ao tribunal para rever a situação, apesar de algum erro que ocorreu, os advogados que acompanhavam o caso preferiram não mais tocar no assunto.
"Presumimos que os mentores desta acção criminosa ainda estão soltos, tudo porque realizaram tal assassinato porque conheciam o nosso pai", desconfiou.
"Pedimos ao Tribunal da Comarca do Lubango que ajude a família, porque atravessamos momentos difíceis, no sentido de processar o documento de vitalício para a mãe, garantindo algum valor monetário para sustentar a família, sobretudo as crianças que frequentam a escola", rogou.
O falecido, Augusto Castro Francisco, exercia a patente de 1º Sargento e trabalhava no DRM do Lubango, na Unidade do Rombante.
Face à desconfiança da família de que Paulo “Yoga” esteja solto, o Na Mira do Crime contactou a porta-voz da Polícia Nacional na Huíla, Superintendente-Chefe Renata de Matos, para aferir a situação, esta por sua vez, garantiu que entraria em contacto com a unidade penitenciária do Lubango para confirmar a veracidade da informação.
A porta-voz garantiu que vai se pronunciar a qualquer momento, sobre o assunto.










