Tratador de unhas assassinado pelo colega com golpe de faca no peito depois de uma discussão no mercado do Kikolo
Um cidadão nacional que em vida atendia pelo nome Amândio Ngando, de 22 anos de idade, residente no bairro Augusto Ngangula, comuna do Kicolo, município de Cacuaco, perdeu a vida na noite desta terça -feira, 27, vítima de esfaqueamento, efectuado pelo seu colega de trabalho, identificado por "Kilson", ou "K2", durante desentendimento entre ambos, quando se encontravam a conviver, momentos depois de terem terminado o trabalho de tratamento de unhas, no mercado do Kicolo.
Por: Alfredo dos Santos Talamaku
Os familiares disseram ao Na Mira do Crime que os factos ocorreram por volta das 17 horas e 40 minutos, e terão recebido a informação da ocorrência por volta das 18 horas, por meio de vizinhos que saíam do mercado do Kicolo, segundo a qual, após a vítima e o amigo terem terminado com os seus trabalhos, de manicure e pedicure, decidiram beber algumas cervejas nos arredores do mercado.
O tio da vítima, António da Silva, explicou que durante o descanso, os amigos desentenderam-se e entraram em briga, facto que resultou em ferimentos ligeiro do Amândio com caco de garrafa nos braços.
"Ele pegou um bloco para arremessar ao meu sobrinho, mas os amigos conseguiram receber e o Amândio retirou -se do local e foi arrumar o material de trabalho para ir para cassa", contou o tio.
O nosso entrevistado acrescentou que, não satisfeito, o colega seguiu a vítima sem que fosse visto e o surpreendeu enquanto se dirigia à casa.
"O colega apareceu de repente para voltar a brigar, durante a confusão aproveitou a distração do nosso sobrinho e picou com um objecto no lado esquerdo do peito dele, pela profundidade, indica que tenha sido faca", presumiu.
O tio explicou que ao notar a gravidade da situação, os amigos tentaram socorrer o ferido para uma unidade sanitária.
"Ele perdeu muito sangue, os amigos colocaram-no numa motorizada de três rodas e o levaram para o Hospital de Cacuaco, infelizmente chegou já sem os sinais vitais", lamentou.
Os familiares pedem que as autoridades policiais trabalhem para a detenção do indivíduo, pelo facto de saberem que o mesmo esteja ligado em anteriores situações de ataques a pessoas com recurso a arma branca.
"O comandante da Esquadra do mercado do Kicolo andou connosco e fomos até ao local onde ocorreram as brigas e garantiu que a polícia vai trabalhar no caso", confiou.
O malogrado deixa esposa e dois filhos, sendo um de três anos e a outra de dois anos de idade.










