Nos Mulenvos: Segurança de empresa privada assassinado a tiro por marginais durante assalto contra o seu patrão advogado - criminosos levaram o telemóvel do jurista
Um cidadão que em vida atendia pelo nome Noé Doutor Armando, de 41 anos de idade, que trabalhava como segurança privado da empresa CARAZAY GLOBAL, Lda., foi assassinado com um disparo de arma de fogo na quinta-feira, dia 12, durante um assalto protagonizado por marginais que perseguiam o seu patrão, por sinal advogado de profissão.
Por: Carlos Quicuca
De acordo com informações em posse do jornal Na Mira do Crime, o facto ocorreu por volta das 20 horas do referido dia, quando o seu patrão, Bernardo Lourenço, advogado, saía do seu local de serviço, no centro da cidade de Luanda, a bordo da sua viatura, em direcção à sua residência, localizada no bairro Capalanga, município dos Mulenvos.
Aquando do trajecto, o cidadão em causa terá se apercebido que estava a ser perseguido por dois elementos, a bordo de uma motorizada não identificada, munidos de armas de fogo.
Entretanto, o patrão ligou para o segurança a fim de que este abrisse o portão da residência com urgência.
Quando este se aproximou da sua residência, colado pelos marginais, o segurança foi surpreendido pelos mesmos, que efectuaram um disparo de arma de fogo que atingiu a vítima na região do tórax, junto à clavícula.
A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal dos Mulenvos (Capalanga), mas não resistiu ao ferimento e acabou por morrer.
Segundo informações, diante desta acção, os marginais apenas roubaram um telemóvel da marca Samsung, modelo S/23 Ultra, do advogado, de cor preta, e em seguida, puseram-se em fuga.
Este jornal apurou que, antes do sucedido, encontrava-se próximo da casa do advogado uma viatura da marca Toyota, modelo Hiace, estacionada, já há algum tempo, com três indivíduos ainda não identificados que, após o acto, retiraram-se do local, deixando as testemunhas na incógnita quanto à sua permanência naquela zona.
O Na Mira do Crime sabe também que o caso já é do domínio do SIC e que diligências estão em curso para localizar e deter os prevaricadores.










