Mulher de 43 anos encontrada morta e amarrada no interior da sua residência no Lubango
Uma cidadã de 43 anos de idade, que em vida respondia pelo nome Edna Capelão Lopes, foi encontrada morta nesta terça-feira (10), e amarrada os membros com uma corda, no interior da sua residência, no bairro Combone, por detrás do hospital Sanatório, no município do Lubango, província da Huíla.
Por: Laurentino Tchatuvela (Huíla)
Fonte do Na Mira do Crime que não quis ser identificada revelou que se presume que a vítima tenha sido amarrada e espancada pelo namorado, por questões passionais.
Contactada por este jornal nesta sexta-feira (13), a prima da malograda, Lauremia Capelão, explicou que a mãe da vítima notou a ausência da filha, mas pensou que a mesma estivesse a trabalhar, porque a porta estava trancada com cadeado.
Lauremia Capelão esclareceu ainda que, quando a mãe da vítima foi tratar de alguns documentos, encontrou a patroa da filha na via pública a perguntar pela sua trabalhadora, ao ouvir isso, a progenitora ficou preocupada e achou estranho, tendo procurado a malograda por toda a extensão do bairro.
A fonte realçou que, por iniciativa própria, a mãe da vítima pediu ao sobrinho para arrombar a casa da filha, onde acabaram por encontrar a mesma, já sem vida.
A prima da malograda, questionada se viu a vítima amarrada, Lauremia Capelão referiu que a família não teve contacto com o corpo, uma vez que este foi encontrado coberto com uma colcha. A mesma explicou que, depois de acionado, o SIC não permitiu que os familiares se aproximassem do corpo, tendo posteriormente procedido à remoção do cadáver.
Relativamente aos documentos da medicina legal, a fonte esclareceu que o relatório médico foi entregue ao SIC e que à família apenas foi passado um certificado de óbito com diagnóstico de asfixia.
A familiar frisou ainda que, caso a morte da sua prima tenha sido praticada por alguém, pede ao SIC que localize e detenha o suspeito. Por sua vez, o porta-voz do SIC na Huíla, inspector Segunda Quitumba, ouvido pelo Na Mira do Crime, referiu que as autoridades estão no encalço da situação e garantiu que já existe uma pista do presumível suspeito.
O porta-voz realçou que, a qualquer momento, o Serviço de Investigação Criminal poderá pronunciar-se oficialmente sobre o caso. Recorde-se que a malograda era trabalhadora doméstica e vivia apenas com as suas duas filhas, não mantendo convivência marital com nenhum homem.










