No dia do trabalhador: “Da Rosa” invade três residências no Calawenda com arma de guerra e aterroriza moradores - Polícia continua sem rastos do bandido
Um criminoso identificado como “Da Rosa” está a ser acusado de ter invadido, na noite de sexta-feira, 1 de Maio, cerca de três residências na Rua do Grafanil Bar, bairro Calawenda, município do Cazenga, onde protagonizou uma acção criminosa com recurso a uma arma de fogo do tipo AKM.
Por: Adão Paxi
De acordo com os moradores que falaram ao Jornal Na Mira do Crime, neste domingo, 3, o marginal, munido de uma arma de fogo do tipo AKM, conseguiu subtrair, das três residências invadidas, duas botijas de gás, uma TV plasma de 45 polegadas e 300 mil kwanzas.
“Ele apareceu armado e entrou de forma agressiva nas residências, sem dar qualquer chance de reacção. Mandava todos deitarem no chão, ameaçava disparar caso alguém gritasse ou tentasse fugir, e dizia que conhecia os moradores e que voltaria para matar quem o denunciasse”, relatou.
Segundo Carlos Adão, uma das vítimas, o suposto marginal tem monitorado os movimentos das residências naquela zona, sendo que não é a primeira vez que protagoniza esse tipo de acção criminosa.
“Esse indivíduo já conhece bem os movimentos das residências aqui na zona. Não foi a primeira vez que ele fez isso, parece que ele observa os horários dos moradores e aproveita os momentos de menor movimento para atacar. Vivemos com medo, porque hoje roubou, amanhã pode matar alguém”, lamentou.
Para Carlos, a zona da Centralidade do Calawenda tornou-se, nos últimos tempos, um epicentro da criminalidade, com assaltos constantes a qualquer hora do dia.
O Na Mira do Crime apurou que o suspeito já possui antecedentes criminais e é procurado pelas autoridades policiais, mas tem conseguido agir reiteradamente sem a devida intervenção das autoridades competentes.
Segundo relatos da comunidade, o indivíduo conhecido por “Da Rosa”, acompanhado por um grupo de comparsas, terá protagonizou vários ataques em diferentes pontos do bairro.
A nossa equipa tentou ouvir o porta-voz da Polícia em Luanda, Superintendente-chefe Néstor Goubel, que havia prometido se pronunciar sobre o assunto. No entanto, até ao momento, não foi possível obter um pronunciamento oficial.









