Investigação do assassinato de Oficial da Polícia e da sua filha condicionada por número de processo
O assassinato do Inspector da Polícia Nacional (PN), que em vida chamou-se Ronde Manuel António, de 37 anos de idade, ocorrido no interior da sua residência, na madrugada do dia 8 de Setembro de 2021, onde também foi morta a sua filha de 12 anos de idade, Carina Soares António, continua sem pernas para andar.
Por Matias Miguel
Pelo menos é isso que a investigação NA MIRA DO CRIME encontrou ao seguir os rastos do caso.
Para começar, procuramos saber junto do pessoal do SIC que acompanham o caso e nos dito categoricamente que o caso está sem número de processo, porque os efectivos do SIC usaram o número de remoção como se fosse número do processo.
“E isso só foi descoberto no dia 4 deste mês”, observou, sublinhando que, este é um procedimento que se usa quando há intenção de não se esclarecer um determinado caso.
O NA MIRA DO CRIME sabe que, este pormenor só foi descoberto porque um dos detidos, o que foi alvejado pelo malogrado no dia do assalto, o meliante que foi alvejado pelo malogrado no acto do assalto, foi ouvido na segunda-feira, 04, pelo Procurador Machado, colocado na Esquadra da Vila Azul, em Viana.
“O único bandido que está na cadeia de Viana é o que foi alvejado na região do pescoço, os outros dois, já identificados, encontram-se em liberdade”.
Vale recordar que, o polícia, até a data da sua morte, era chefe de Operações da Unidade de Protecção de Individualidades Protocolares (UPIP) e foi assassinado com a sua filha, no dia 8 de Setembro de 2021, no bairro Muxima Moxi, município de Viana, distrito urbano do Zango.
“Essas pessoas que mandaram matar os nossos familiares, devem ter mais poder que o Estado, é assim que interpretamos todo este silêncio no SIC-Luanda, quase ninguém quer falar ou ouvir falar deste processo, mais Deus é poderoso e vai fazer caminhar o caso, embora muito lento, acredito que há efectivos de bem no SIC- Luanda, que vão descobrir a verdade sobre este caso”.










