Vaia: Restos mortais do oficial de Investigação Criminal repousam no Cemitério do Benfica
Os restos mortais do Inspector - Chefe do SIC que em vida respondia pelo nome Malvino Adriano Vaia, de 39 anos de idade, nascido na província do Zaire, município do Soyo, alvejado por marginais, foram a enterrar na manhã de ontem, domingo, 17, no Cemitério do Benfica.
Por :Alfredo dos Santos Talamako
Entre choros e lamentos, familiares do malogrado e colegas, davam o último adeus para aquele que, de acordo com o corpo de direcção do SIC, serviu os interesses da Pátria com brio.
Vale recordar que Vaia, faleceu no sábado, 9, na cidade de Windhoek, Namíbia, onde encontrava-se a recuperar de uma cirurgia na coluna vertebral, para retirar um projéctil encravado na sequência de um disparo de arma de fogo efectuado por marginais, já detidos.
No elogio fúnebre lido pelo director de Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa da Direcção Geral do SIC, Superintendente de Investigação Criminal Manuel Halaiwa, o malogrado destacou-se como um profissional de imensa capacidade de trabalho, alicerçada numa visão acutilante e de saber abrangente durante o desempenho das suas funções.
"Para além de outras responsabilidades, o malogrado serviu com abnegação e espírito patriótico, as missões que lhe foram incumbidas como efectivo do SIC, tendo emprestado o melhor de si em prol da luta contra a criminalidade", referiu.
Para além da família do malogrado, por parte do SIC estiveram membros do Conselho Consultivo da Direcção Geral do SIC, com destaque para o director-adjunto do SIC, comissário de investigação criminal, Pedro Lufunga, em representação do Director-geral, comissário-chefe António Paulo Bendje. O comissário de investigação criminal, Miguel Arcanjo Sumbo, foi o Coordenador da Comissão de exéquias fúnebres do malogrado.
Além da sua dedicação ao SIC, o malogrado desempenhou a função docente em várias Universidades Privadas.










