SIC-Luanda esclarece crimes de homicídios e roubo reportados pelo NA MIRA DO CRIME
O Serviço de Investigação Criminal em Luanda, apresentou na manhã desta sexta-feira, 22, no Comando do Município do Cazenga, 8 cidadãos nacionais com idades compreendidas entre os 17 e 44 anos, implicados nos crimes de Associação Criminosa, Homicídio Qualificado em Razão da Qualidade das Vítimas (Espancamento) Roubo Qualificado e Posse Ilegal de Arma de Fogo.
Por: Belchior Resende
O realce recai para o crime de homicídio, reportado pelo NA MIRA DO CRIME (https://www.namiradocrime.info/show/6326)
O CASO aconteceu na madrugada do passado dia 15 Julho, no Bairro Cazenga-popular, rua das Malas, município do Cazenga.
O SIC esclareceu ainda o crime de homicídio ocorrido por volta das 21horas do dia 13 Julho, no Bairro Cazenga-popular, rua do Cambaxi, na via Pública, também denunciado pelo NA MIRA DO CRIME. (https://www.namiradocrime.info/show/6314)
NESTE caso, dois cidadãos nacionais, pertencentes a uma Associação Criminosa denominada "OS MINI DE DOZE", interpelaram o cidadão que em vida chamou-se MANUEL JOSÉ VUNDA, de 20 anos de idade, pertencente a um outro grupo denominado "OS CASO PORRA" por este tentar acudir um amigo, justamente no dia do seu aniversário.
Foi ainda esclarecido um crime de Roubo Qualificado, ocorrido no interior de uma residência, por volta da 01H00 da madrugada do dia 09 do mês em curso, no Bairro Angolano Vala, Rua da Lili, também divulgado em primeira-mão neste jornal (https://www.namiradocrime.info/show/6284)
De acordo com o Superintendente-Chefe, Fernando de Carvalho, Porta-Voz do SIC-LUANDA, foram no decorrer das acções operativas, apreendidas 5 Armas de Fogo, sendo 03 AKMs e 02 Pistolas do tipo Makarov bem como uma artesanal. Também, foram apreendidas 04 viaturas, das quais 03 Toyota Corolla e um grande I10; 02 Tv Plasmas e 02 Telemóveis.
O oficial informou que todos os cidadãos apresentados já foram presentes ao Ministério Público para o cumprimento de formalidades processuais.
Por outro lado, Fernando Carvalho reforçou garantiu que existem no país órgãos capazes e responsáveis pela manutenção da justiça social.
“Esse papel não pode estar, de forma deturpada, nas mãos dos cidadãos… porquanto, a justiça feita por mãos próprias resultam em acções criminais contra os agressores”, advertiu.










