Restos mortais do agente da Polícia morto a tiro no Sequele já repousam no campo santo do Benfica
Membros do Conselho Consultivo do Comando Provincial da Polícia Nacional de Angola (PNA) em Luanda, familiares, colegas e amigos, renderam na manhã desta Quarta-feira, 28, na Casa de Velórios da PNA, a última homenagem ao Agente Julião Jercy Caquinda Rodrigo, morto a tiro por meliantes, no exercício da missão de manutenção da ordem.
Por: PNA
No último adeus, foi destacada a figura exemplar e patriótica do malogrado no comprometimento com a missão de garantia da segurança pública.
Para o Comandante Municipal da Polícia Nacional, em Cacuaco, Superintendente-Chefe Adão Correia Sebastião "Didi", Julião Rodrigo foi um efectivo que sempre teve um comportamento exemplar no seio dos efectivos e desempenhou as suas funções com dedicação, brio e um verdadeiro sentido patriótico.
"Julião Rodrigo com todo o seu sacrifício abandonava a sua família, para o comprimento do dever patriótico", reforçou.
Jeremias Rodrigo, pai da vítima, visivelmente abatido, agradeceu pelo acompanhamento e apoio prestado pela Polícia Nacional de Angola durante todo momento difícil que a família enfrenta bem como lamentou dizendo que, o seu filho foi um cidadão honesto, calmo e que desde muito cedo manifestou o desejo de fazer parte das fileiras da PNA para servir a pátria.
"Infelizmente uma bala ceifou a vida do meu filho", desabafou.
Lembrar que, o Agente, Julião Jercy Caquinda Rodrigo, foi vítima de um disparo de arma de fogo, no passado dia 24 de Setembro do ano em curso, por supostos marginais, em pleno exercício das suas funções de manutenção da segurança pública, na Centralidade do Sequele, deixando uma viúva e um filho.
No seu turno, o Comandante da Unidade de Reação e Patrulhamento, Subcomissário, Adão Correia Sebastião, ao descrever o malogrado, reconheceu a bravura do efectivo que tombou no cumprimento da nobre missão da manutenção da ordem pública, garantindo que esforços estão a ser feitos para que os responsáveis sejam localizados, detidos e responsabilizados criminalmente.










