No Zango: Motorista embriagado mata moto-taxista durante acidente, viatura foi queimada por "kupapatas"
Um cidadão que em vida atendia pelo nome Diogo Arnaldo Quimbo António, de 34 anos de idade, moto-taxista, perdeu a vida no último Domingo, 12, às 23 horas, em pleno exercício da sua actividade, depois de uma viatura conduzida por um cidadão sob efeitos de álcool, embater na sua motorizada e ele ter embatido com a cabeça num lancil.
Por: Matias Miguel
António Filipe, por sinal, seu amigo, também moto-taxista, disse ter assistido a morte de Diogo e conta que, na companhia de colegas, estavam na paragem do Zango III-A à espera de passageiros.
De repente, vinham 4 pessoas da mesma família acabadas de sair de um bar.
"Vinham discutindo e um dos membros do grupo entendeu não subir na viatura, preferindo apanhar uma motorizada. O motorista da viatura persuadiu-o a subir na viatura, mas o seu concunhado não quis e mandou o moto-taxista arrancar", contou, acrescentando que ao arrancar, já por cima do retorno, para quem vai à ilha seca, a viatura que vinha atrás acelerou e embateu com muita força na motorizada, projectando-a e o condutor embateu com a cabeça no lancil.
"Ainda tentei reanimá-lo, sem sucesso, mas o passageiro que foi projectado para outro lado, saiu ileso", relatou.
O motorista da viatura ficou imobilizada e tinha no interior a esposa e mais uma pessoa, tendo surgido no instante, uma enchente de moto-taxistas que entenderam colocar fogo na viatura.
"Não foram familiares, mas sim moto-taxistas", enfatizou.
Sabe este jornal que a participação dos familiares foi feita na Esquadra do Zango 04 e aguarda-se pelo número do processo, que os habilitará a terem contacto com o corpo do malogrado e realizarem um funeral condigno.
Entretanto, uma nota proveniente da Esquadra do Zango 04, dá conta que o indivíduo que praticou a acção, encontra-se detido, e que os outros moto-taxistas acabaram por incendiar a viatura.
Leonilda Noé, viúva e mãe de três filhos, contou que deixou de ver o marido duas horas antes do acidente, quando a levou da paragem onde comercializa o meu negócio até à casa.
"Despediu-me dizendo que daria a última volta e que regressaria logo", lembrou-se.










