Autoridades encontram cadáver de mulher e um polícia em estado crítico num apartamento na Centralidade da Quilemba
Efectivos do Núcleo de Investigação de Ilícitos Penais (NIIP), colocados da 9ª Esquadra Policial da Centralidade da Quilemba, município do Lubango, província da Huíla, em coordenação com a administração local e efectivos do Serviço de Bombeiros, resgataram, na manhã desta terça-feira, 18, o corpo de uma cidadã, não identificada, deitada sem roupa num colchão, no Bloco H, Prédio nº 136, apartamento nº 2, e um cidadão em estado crítico, despido das suas vestes, de nome Bruno Tchica Tchipi, de 32 anos de idade, 3º Subchefe de PNA, colocado no Comando Provincial do Namibe.
Por: Carla Nayara
A investigação Na Mira do Crime apurou que o alerta foi dado por um vizinho do polícia, que terá dado a ausência do mesmo, embora a sua motorizada estivesse debaixo do prédio, e havia muitas moscas em direcção a janela do seu apartamento.
Uma equipa composta por efectivos da Polícia, Bombeiros e da Administração local, posto no apartamento, arrombaram a porta, e no interior encontraram um cadáver do sexo feminino, trajada de cuecas de cor preta, casaco de cor azul e branco, sem identificação, e o cidadão Bruno Tchica Tchipi, estatelado na posição decúbito dorsal, sem roupas, apenas com meias de cor brancas.
No local foi encontrado um fogão eléctrico ligado, um fogareiro, e presume-se que o carvão estava com fogo quando tudo aconteceu.
No entanto, a questão que se coloca é que não havia nenhuma panela de comida no local, pelo menos é o que msotra as imagens em posse deste jornal.
Segundo informações obtidas no local, o mesmo chegou da província do Namibe no dia 14 de Junho do ano em curso, no mesmo dia terá partilhado com um vizinho a informação que iria em busca de uma jovem, na comuna da Palanca.
A investigação aponta como causa de morte inalação por monóxido de carbono, embora a mesma apresenta sinais de ferimentos na cabeça.
O corpo da jovem foi encaminhado para o Departamento de Medicina Legal, enquanto que o jovem, ainda em estado crítico, segue internado numa das unidades hospitalares.
A inalação de monóxido de carbono é extremamente perigosa. Primeiramente porque o gás não tem cheiro, o que dificulta que a pessoa perceba que está inalando. Segundo porque o monóxido de carbono liga-se à hemoglobina, proteína que é a responsável pelo transporte de oxigénio no sangue, de acordo com dados pesquisados pelo Na Mira na Web.
O SIC Huíla mantém o caso fechado em sete chaves, mas este jornal segue a investigar para trazer mais dados.








