Seguia numa viatura “GEELY” com a chapa de matrícula LD 50-43 HQ: Mulher denuncia cidadão que ameaçou-a de morte com uma arma de fogo em discussão de estrada
Uma cidadã nacional de nome Lucrécia Nunes Fula, de 34 anos de idade, estudante universitária, residente no município de Viana, sofreu uma tentativa de homicídio com arma de fogo, por volta das 19horas de sábado, 20, por um elemento não identificado, que seguia numa viatura de marca GEELY, de cor branca, com a chapa de matrícula LD 50-43 HQ, durante discussão numa via pública por causa de cedência de passagem.
Por: Kihunga Bessa
Segundo a nossa entrevistada, tudo aconteceu por volta das 19 horas, quando a mesma seguia na sua viatura, em companhia do seu primo em direcção ao sul de Viana, e decidiram entrar pelo interior do bairro Sapú.
Postos nas imediações do supermercado Alimenta Angola, a sua viatura ficou presa na areia foi daí que surgiu uma outra viatura, a GEELY, e o proprietário obrigava-os a recuar, mesmo já estando a terminar o obstáculo.
“Para evitar desavenças, tentamos fazer o que eles pediam, mas infelizmente estava difícil devido o amontoado de areia que estava na estrada”, contou a vítima.
De repente, continuou, desceu da viatura GEELY uma jovem que começou a proferir palavras obscenas e obrigava que tinham que retirar a viatura da estrada de qualquer forma.
"Fiquei revoltada e respondi a senhora na mesma proporção, e foi quando desferiu-me uma bofetada, segurou-me na blusa, rasgou deixando os seios fora, graças ao meu primo que deu-me um casaco e cobri-me”, recordou.
Após a agressão, explica, a jovem subiu na viatura e junto com o senhor com quem estava seguiram em direcção a Vila de Viana.
“Com todo o esforço conseguimos sair do obstáculo e perseguimos a viatura, e quando ele tentava entrar no condomínio Girassol, ele viu a minha viatura por trás, não entrou e seguiu marcha”, narrou, acrescentando que continuou a perseguir o senhor, e nos arredores da rua da Suave, “o senhor parou a viatura, desceu do carro, chegou até a minha viatura bateu com a arma no vidro e apontou-me uma arma de fogo do tipo pistola, e disse que se eu continuasse a segui-lo ia me matar”, denunciou.
A jovem conta que minutos depois encontrou agentes da polícia na via pública e denunciou o facto, mas foi aconselhada a desistir da perseguição e apresentar queixa numa esquadra, o que fez nas primeiras horas de domingo, 21.
A vítima exige que a polícia tome alguma medida, para evitar que outras pessoas sofram o mesmo.
O jornal Na Mira do Crime contactou o comandante da esquadra do condomínio Girassol, “Godinho” onde foi aberto o processo.
O comandante explicou que tomou conta da situação no domingo, 21, através da vítima, e tão logo teve contacto com a situação encaminhou o caso à secção do DIIP.
“O processo decorre a bom ritmo, a cidadã será chamada nesta quinta-feira para os passos subsequentes”, garantiu.








