Serviço Penitenciário na Huíla ‘desobedece’ ordem directa do Ministro do Interior
Familiares do Malogrado Cipriano Cavela, recluso morto a tortura no Estabelecimento Prisional do Lubango, representado pelo seu tio “Frederico António”, reclamam da morosidade de resposta do pronunciamento solicitado pelo Ministro do Interior, Eugénio Laborinho, por via do ofício nº 7233/202, datado de 05 de Julho 2024, remetido à Delegação Provincial do Minint-Huíla, concernente a reclamação impugnada ao Ministério do Interior, sobre o levantamento ilegal da suspensão de três efectivos do Serviço Penitenciário da Huíla, identificados como Rock da Silva Sobrinho, Samuel Valama e José Roger Maurício, acusados de mataram a tortura o recluso acima citado.
Por: Carla Nayara
O Na Mira do Crime sabe que os efectivos estavam suspensos por processo disciplinar que ainda não teve conclusão, tendo esta sido levantada por uma entidade não competente afecto aos Serviços Penitenciários, que por sinal também é arguido nos autos e mandante da execução, identificado como Comissário Miguel Arcanjo Pedro Gaspar.
Os familiares acrescentam que estão satisfeitos pelo andamento do processo-Crime, após divulgação de uma matéria feita pelo Na Mira do Crime.
Lermaisem:https://namiradocrime.info/show/11155
Os familiares apelam as entidades competentes do Ministério do Interior encarregues no assunto, que se faça justiça pelo facto de ser retirada a vida de uma cidadão nos moldes em que tudo aconteceu.
Delegação do MININT promete pronunciamento
Este jornal contactou via telefónica o Delegado do MININT na Huíla, Comissário Divaldo Martins, que prometeu pronunciar-se tão logo tenha contacto com todo expediente.








