SIC-Luanda detém falsos inspectores da ANIESA
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) em Luanda, através dos seus operacionais destacados no comando municipal de Viana, detiveram dois cidadãos nacionais, Euclides dos Santos, de 27 anos de idade e Luciano Canga, de 26 anos de idade, que se faziam passar por inspectores da ANIESA com documentos falsificados.
Por: Kihunga Bessa
Falando à imprensa, o Porta-voz do SIC-Luanda, Superintendente-chefe, Fernando Carvalho, fez saber que os factos ocorreram no dia 13 de Janeiro do ano em curso, por volta das 12 horas, quando os implicados, passando-se por inspectores da ANIESA, realizavam trabalhos a duas instituições comerciais.
Numa das investidas, na zona da Calemaba ll, junto a rotunda da Camama, no interior de um estabelecimento comercial, os mesmos fizeram uma apreensão ilegal de sete máquinas de "jogos da sorte ou azar", como elementos daqueles órgãos com ordem de tarefas, e blocos de multas falsificados.
" Tão logo apreenderam as máquinas, os proprietários dos referido estabelecimentos dirigiram-se até ao nosso piquete fazendo uma participação", disse
Após a denúncia, disse, o SIC dispoletou diligências no sentido de averiguar o caso, e obtiveram êxito ao encontrar os elementos no município dos Mulenvos, com as respetivas máquinas, isto no mercado das Mangueirinhas, prontas a serem comercializadas ao preço de 40 mil kwanzas cada.
Aquele responsável do SIC Luanda, destacou ainda a recuperação de mais de cinco outras máquinas que estavam em posse dos indivíduos.
Realçou que foram recuperadas às 12 máquinas que foram apreendidas de forma ilegal, sendo que estes elementos são apontados como reincidentes nestas práticas.
Informou também do implicados é reincidente nestas práticas criminais pelo facto de já ter sido detido pelo mesmo crime no município de Talatona.
" Mesmo com a detenção que já havia sido feita, penso que não aprendeu nada na vida", disse o oficial.
Ouvidos pelo Na Mira do Crime, os implicados contam que são colaboradores da ANIESA há seis anos, e recebiam como remuneração um valor de 4 a 5 mil kwanzas diário, e que não servia para suprir as suas necessidades, facto que os levou a cometer tal crime.
Quanto aos documentos usados, os indivíduos disseram que lhes é dado pelo chefe das operações da Fiscalização de Talatona, identificado apenas por "chefe Lau"
O SIC está no encalço de um dos comparsa foragido








