Negócio das campas na Santa Ana: Polícia desmantela quadrilha que desenterrava cadáveres antes dos cinco anos para ‘vender os buracos’
Um cidadão de nome Francisco Da Paixão dos Santos de Castro, de 55 anos de idade, suposto efectivo da Polícia Nacional, com a patente de Subinspector, e Maria Celestina Manuel, de 50 anos de idade, Funcionária Administrativa do Cemitério da Santa Ana, foram detidos na manhã desta quarta-feira, 23, no interior do cemitério, por falsificação de documentos e profanação de cadáveres.
Por: Ngunza Chipenda
O facto ocorreu quando os acusados forjaram documentos que autorizavam a reabertura de uma campa, sem concluir os cinco anos previstos por lei, para o sepultamento de um outro cadáver, em troca de 450 mil kwanzas.
A visada, sendo reincidente nestas práticas, e após ter sido detida no mês de Setembro de 2024, foi apanhada em flagrante e denunciada as autoridades pelo responsável do cemitério.
Este jornal sabe que os comparsas dos visados, identificados como Vadinho e Luís, em fuga, estão a ser procurados para responsabilização criminal.








