O amigo é suspeito - Lotador de táxi de 26 anos desaparece no viaduto do Km 25 sem deixar rasto
Um cidadão nacional de nome Ailton Machado Neves “R20), de 26 anos de idade, morador do bairro Capalanga, município dos Mulenvos, lotador de táxi na paragem do viaduto do Km 25, está desaparecido do seio familiar de forma misteriosa, desde o dia 05, depois de sair de casa para mais uma actividade diária
Por: Kihunga Bessa
Falando em exclusivo ao Na Mira do Crime, João Neves, irmão de Ailton, explicou ele vive com os pais e tem desenvolvido a actividade de lotador na referida paragem para o seu sustento.
Continuou dizendo que no dia 05 do mês em curso, este saiu de casa e foi ao seu local de trabalho, mas já não voltou, situação que deixou preocupados os familiares. "Ele poderia chegar tarde, mas nunca dormir fora de casa, por isso é que ficamos preocupados”, acrescentou.
Referiu que, por volta das 23 horas do mesmo dia, a família dirigiu-se à casa de alguns amigos e colega que, por sinal, também vivem naquela circunscrição para saber por que razão Ailton não voltava à casa. Foi então informada que depois terminar a sua actividade, ele ainda ficou no local a consumir algumas cervejas com um outro amigo identificado apenas por Michael. "Como vive também no bairro, fomos à casa do Michel que acabava de chegar, mas com a camisola do meu irmão no ombro", disse.
Salientou que perguntaram pelo amigo, mas este, por sua vez, deu tantas explicações que não convenceram os familiares. "Ele estava bêbado; primeiro disse-nos que o meu irmão subiu numa carrinha Canter e caiu no asfalto, mas depois de lhe apertar disse que foi atropelado por um autocarro da TCUL e posteriormente levado para o hospital municipal dos Mulenvos, por uma viatura do INEMA", informou.
Realçou de igual modo que a família ficou sem aperceber, na verdade, o que ele dizia. Foram realizadas várias buscas por informações desde os hospitais dos Mulenvos, Viana, Hospital geral e esquadras, mas sem sinal.
Questionado sobre a participação da ocorrência às autoridades, o nosso entrevistado afirma ainda não o fizeram, e reconheceu que é a primeira coisa que deveriam ter feito, uma vez que existe alguém (o amigo) que pode dar explicações precisas do paradeiro do seu ente-querido.








