Cazenga: Jovens de 18 anos de idade estão a prostituir-se em troca de cerveja ou 500 kwanzas
Cresce de forma vertiginosa o índice de prostituição no município do Cazenga. A rotunda Cuca e a zona do Centro Comercial Plaza, no Hoji-ya-Henda, são os locais de concentração de jovens mulheres que vendem o corpo em troca de cerveja ou 500 kwanzas.
Por: Redacção
A equipa de reportagem do Na Mira do Crime chegou ao local por volta das 21horas de quinta-feira, 25, para constatar in loco com funciona o negócio do sexo naquela zona.
No terreno, um jovem que comercializa ‘cabrité´, garantiu que diariamente trinta a vinte prostitutas procuram o pão de cada dia naquela circunscrição.
“Elas começa a chegar a partir das 19horas, e saem às 06horas do dia seguinte”, atirou.
Entretanto, ficámos igualmente informados que os preços pelos serviços sexuais variam entre mil a 500kwanzas, sujeito a descontos.
Enquanto percorríamos a famosa zona do cabrité da Cuca, fomos acenados várias vezes, com às seguintes expressões, "amor vem, não queres f # der, vou te fazer bom trabalho, vai gostar".
As jovens com idades entre os 18 e 35 anos de idade, formam grupos ao longo da via.
De acordo com jovens que consumiam cerveja junto a uma roulotte a escassos metros de uma escola católica aí existente, há jovens que aceitam relacionar-se, bastando que para isso se lhes pague duas ou três cervejas.
“Há muita mulher aqui, muitas delas passam fome, outras fazem isso para ajudar os filhos, outras por vicio, se conversas bem com ela antes de ir com um homem, ela aceitar fazer sexo contigo se pagares umas cervejas, porque ela precisa ter coragem, e encontra isso no álcool”.
Plaza centro da prostituição
No estabelecimento comercial Plaza, no Hoji-ya-Henda, descobrimos meninas na casa de 16 a 18 anos de idade. No local, falamos com um segurança que contou-nos pormenores sobre a actividade das trabalhadoras de sexo.

"Na verdade elas pedem mil kwanzas, mas se a noite estiver fraca, com 500kwanzas podes cair com ela", explicou.
De acordo com o segurança, em obras abandonadas, armazéns de frescos e outros locais assegurados por eles, as prostitutas pagam 200 kwanzas por cada homem que se relacionam.
No Plaza, encontramos mais de 30 prostitutas. Deste número, metade são da República Democrática do Congo.


