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Grupo Manico acusa administrador de Cacuaco de desviar mais de oito milhões de kwanzas do Mercado do Kikolo

Grupo Manico acusa administrador de Cacuaco de desviar mais de oito milhões de kwanzas do Mercado do Kikolo


A novela “Mercado do Kikolo” tem agora novos capítulos e promete deixar cair entidades do Governo Provincial de Luanda (GPL).

Depois do afastamento de Tomás Bica da corrida ao ‘poder’ de um dos mercados que mais lucra na capital de Angola, e com Auxílio Jacob, administrador de Cacuaco, a receber luz verde de Joana Lina para continuar a liderar às negociatas do Kikolo, eis que, para espanto de todos, uma das empresas que gere o mercado destapa às cubas e mostra as miudezas de Jacob.

Por: João Walter

Na terça-feira, 11, o grupo Manico Henda e Filhos, chamou a imprensa para denunciar um suposto esquema de desvio de dinheiro arrecadado pelo mercado, supostamente liderado Pelo administrador municipal de Cacuaco, Auxílio Jacob.

Esta posição do grupo Henda, surge depois do mesmo perder a liderança da gestão do mercado, supostamente por deixar sustentar os caprichos de Jacob.

Segundo Pedro Kaparacata, assessor jurídico do grupo Manico, a suspensão do contrato e a tomada de assalto do mercado do Kicolo deveu-se na rejeição do gestor do mercado de não ter atendido os vícios Auxílio Jacob, que terá, várias vezes, solicitado depósitos de dinheiro em contas particulares.

“Esta retaliação do administrador de Cacuaco, é pelo simples facto de a empresa ter parado de entregar as receitas em mãos, por considerarmos ilícita”, acusou. O também jurista, garante ter provas que incriminem Auxílio, e promete apresenta-las à Justiça.

 Num documento enviado ao Governo Provincial de Luanda, datado de 07 de Maio do ano em curso, que solicita o levantamento da suspensão de actividades do mercado, o Presidente do Conselho de Administração do Grupo Manico Henda e Filhos, esclareceu, no ponto nº 7, que pelo facto do Grupo ter-se oposto ao cumprimento de exigências ilegais, em retaliação, iniciou-se à prática de actos perturbadores ao normal funcionamento do mercado, tais como: Orientação para depositar o dinheiro na conta que só Auxilio Jacob conhece o dono; entrega do dinheiro em mão; exigência de pagamento de uma percentagem de 40 por cento, superior a estipulada no contrato que é de 30, e a colocação de dois funcionários na administração do mercado para, também, gerir o mesmo.

O jurista disse, igualmente, que a secretária-geral da Direcção Municipal do Comércio em Cacuaco, terá recebido uma ordem do administrador de Cacuaco para a recepção em mãos de 8.490.000,00 (oito milhões, quatrocentos e noventa mil kwanzas) referente ao pagamento de 30 por cento do valor arrecadado pelo mercado do Kicolo, correspondente ao mês de Novembro de 2019.

 O documento assinado entre as partes no dia 06 de Dezembro de 2019, revelou que o CUT, por interesse do gestor municipal, não recebeu a verba do mercado pelo menos no mês de Dezembro.

PGR nos corredores da administração

No entanto, o NA MIRA sabe através de fonte da PGR, que u, grupo de técnicos está a inspeccionar a denúncia.

Jacob remete-se ao silêncio

O NA MIRA DO CRIME contactou o administrador de Cacuaco para contraditório, mas este remeteu-se ao silêncio.

 

 

 

 

 

 

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