Caso “Povo em Luta”: Director-adjunto nunca foi detido e continua a dar aulas, polícia diz que académico está em fuga
Depois de o NA MIR DO CRIME ter trazido a baila no dia 25 de Janeiro, o caso de suposta violação do director-adjunto da escola “Povo em Luta”, localizada no Distrito Urbano da Samba, em Luanda, e com a suposta detenção do académico, dados chegados há instantes na redacção deste jornal dão conta que o mesmo nunca esteve numa esquadra de polícia, nunca foi notificado e continua livre, leve e solto, aventando a possibilidade de a abrir um processo-crime contra a PNA.
Por: Carla Nayara
Contactado por telefone, o director-adjunto da escola “Povo em Luta”, apenas identificado por Eduardo, fez saber que tudo não passa de uma farsa.
“De facto conheço a menina, é aluna da 9ª classe, mas não houve nenhum envolvimento com o subdirector”, garantiu, acrescentando que, nunca foi intimado pela família nem pela polícia, e que continua a trabalhar.
“Está é a embrulhada toda que eles estão a cozinhar para manchar a minha imagem, desconheço as motivações, mas estamos a espera que as coisas corram, e depois os meus advogados vão fazer uma queixa-crime”, sentenciou.
Polícia diz que professor está em fuga, e que nas próximas horas poderá será capturado
Em entrevista a este jornal, por telefone, na manhã desta terça-feira, 01, o porta-voz da Polícia Nacional, Superintendente Nestor Goubel, disse que, de facto, o professor não está detido, contrariando o que a imprensa avançava nos últimos dias, e que diligências estão em curso para detenção do professor, estando este foragido.
“Mais dias menos dias, mais horas menos horas o professor estará detido”, disse o porta-voz da PNA.









