Cazenga: Professor fez sexo anal com aluno de 11 anos de idade durante um ano
Silvestre José, de 36 anos de idade, está a ser acusado de ter transformado em 'amante' o seu próprio aluno de apenas 11 anos de idade, com quem manteve relações sexuais (anal) durante um ano, fruto de ameaças de morte de que o menor era vítima.
Por: Paulo Lunda
"Ele insistia tanto para que eu fosse sua mulher, mas eu dizia não porque sou homem", explicou a criança ao NA MIRA DO CRIME, para início de conversa.
Porém, apesar da até então firme posição, o menino explicou que o pior aconteceu no início do passado mês de Janeiro de 2021. Ou seja, já há mais de um ano que Silvestre José, agredia sexualmente o rapaz.
"Ele fazia sexo anal comigo, isso ocorreu inúmeras vezes", lamentou, tendo acrescentado que manteve-se em silêncio durante este período, porque o acusado disse que mataria a ele, a mãe e os irmãos.
De acordo com a família, tudo aconteceu quando decidiram contratá-lo como professor particular, no sentido de 'limar' algumas dificuldades que o rapaz apresenta nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.
"Quando o contratamos jamais pensamos em coisa do género, até porque ele já era professor do rapaz no colégio. Afinal, já vinha com as suas maldades no coração", contou um familiar que preferiu o anonimato, para posterior sublinhar que para o efeito "utiliza manteiga nas nádegas do infeliz para facilitar a penetração do pénis".
Para o êxito das suas acções macabras, o também professor de um dos colégios no bairro Comissão do Cazenga, transportava a 'presa' para outro bairro, no caso, Tunga Ngó, onde sem remorso ou piedade agredia sexualmente o menino.
Lá, naquela circunscrição do município do Cazenga, há informações que dão como certificadas que o petiz em causa não terá sido a única e primeira vítima do acusado.
"Ele é alguém de comportamento desviante, antes deste caso já tivemos informações que apontavam para outras vítimas", denunciou um ex-colega do prevaricador.
A acção, segundo fonte familiar, só foi descoberta quando o rapaz começou a deitar fezes de forma irregular.
Ou seja, mesmo quando estivesse em pé e vestido. "Levamo-lo para o hospital onde através de exames percebemo-nos que o ânus estava completamente aberto”.
Dito de outro modo, era a confirmação de que o rapaz tinha sido vítima de abuso sexual.
Portanto, enquanto se desconhece o paradeiro do algoz o menino encontra-se aos cuidados médicos por conta dos danos provocados a sua saúde.









