Patrão da Sonit Internacional na lista negra da PGR da Guiné -Conacry
O multimilionário Aly Assedé, de nacionalidade Libanesa e Guiné-Conacry, está na lista negra da PGR da Guiné -Conacry, onde exerceu as funções de Conselheiro para Economia e Negócios do ex- Presidente da República.
Por: Matias Miguel
Fontes deste jornal informaram que Aly Assedé, de 78 anos, multimilionário e dono da Holding com ramificações em vários países africanos como; África do Sul, Sudão e Nigéria tem passaporte retido há cerca de 10 dias, na sequência negócios mal parados.
O NA MIRA DO CRIME tem vindo a denunciar as más práticas infringidas aos funcionários da Holding, localizada no Município de Viana, kilómetro 19.
Como se tudo viesse do pai, Jamal Aly Assedé, filho do empresário, de apenas 27 anos, que dirigia a Holding em Angola a partir do Líbano, depois de passar por alguns países africanos, foi expulso da Nigéria por má conduta.
Assedé, acabou sendo desterrado no Líbano, há cerca de ano e meio, onde controla a Sonit Internacional, mas as más práticas continuam, sempre que se vê contrariado por um funcionário nacional.
Nesses casos, não tem tido meias medidas e despede o funcionário em causa. Caso seja estrangeiro, a medida tem passado por expatriá-lo.
Recentemente, o cidadão Boubakar Sow veio ao NA MIRA DO CRIME denunciar aquilo que considerou "injustiça" e graças a este Jornal não foi expatriado.
Com contrato activo, e sem saldarem as dívidas de três meses de salários, estava a ser obrigado a abandonar o país.
De acordo com Abubacar, foi contratado aqui em Angola. "Não foi a empresa Sonit Internacional que me contratou a partir de fora, logo não têm o direito de obrigar-me a abandonar Angola", disse.
De uma semana a esta parte, Abubacar voltou a contactar este jornal, denunciando o facto de ainda não ter visto a cor do seu dinheiro.
Sabe-se que Aly Assedé é um empresário de renome, mas não acede à opiniões dos seus trabalhadores, por mais úteis que sejam.








