Pai que violou a filha pagou 1 milhão de kwanzas e já goza de liberdade
Armando Mateus Makumaya, de 34 anos de idade, acusado de ter violado sexualmente a sua própria filha, de 13 anos de idade, no pretérito dia 13 de Setembro do ano em curso, no bairro Balumuca, Distrito Urbano do Kicolo, município de Cacuaco, depois de supostamente ter drogado a filha, conforme narrado na edição de 19 de Setembro https://www.namiradocrime.info/show/6734
Por: Kihunga Bessa
De acordo com fontes próxima da vítima, a família do suposto violador, chantageava a mãe da menina, com quem vive separado, de formas a convencer a filha a reverter o primeiro depoimento, que dava conta que o pai, terá usado alguma substância na comida da menina, para conseguir os seus intentos.
Segundo a tia da vítima, Joaquina Baptista, três dias depois do individuo estar detido na esquadra da Mulemba, foi de imediato transferido para o Comando Municipal de Cacuaco.
Aí, a família perdeu o rasto do caso. Segundo a tia da menor, a sua irmã, mãe da menina, recebeu um telefone para que se fizesse presente no Comando de Cacuaco para assinar uma transferência de evacuação do ex-marido para Comarca de Viana.
“Infelizmente ela assinou sem sequer ter acesso ao Nº de processo… ou seja, não nos foi dado nenhum nº de processo, apenas ouvimos dizer de que o mesmo pagou 1 milhão de kwanzas, em troca de liberdade”, lamentou.
Segundo a família da mãe da menina, a família do acusado chantageada para pagar rápido, uma vez que o crime “já esta a rolar em todo pais, através do jornal (NA MIRA DO CRIME) que denunciou o caso”.
“Acreditamos que o individuo não foi transferido para nenhuma Comarca, porque não é compreensível, um elemento que estava preso ser solto sem o conhecimento e consentimento da família da lesada", frisou a tia.
A mãe da vítima alega que nunca teve contacto com o Procurador que estava com o caso, muito menos conhece o nome do mesmo.
Acrescentou ainda que lhe foi informada pela família do ex-marido que a menina será indemnizada.
A família da mãe da menina pedem aos órgãos de tutela, que se faça justiça.









