'Fervura' na PGR: Caso de pai consolado com 8 milhões para 'proteger' homicida pode desembocar em exonerações
A novela em torno do passamento físico de Gilson Francisco Mateus, de 22 anos de idade, que perdeu a vida no dia 22 de Novembro de 2022 na Centralidade do Sequele por imprudência do cidadão Oldmir Junqueira Fortunato, cujo pai é um “endinheirado” que terá supostamente pago oito milhões de Kwanzas ao Procurador da Esquadra do Sequele para tirar o filho da cadeia 24horas depois de ser detido, pode conhecer outros contornos, admitindo-se a hipótese dos implicados serem punidos de qualquer maneira.
Por: Matias Miguel
Este jornal sabe que dentro da PGR da Esquadra do Sequele, a mando da procuradoria provincial, procura-se quem passou a informação ao à imprensa sendo certo que duas ou três pessoas tiveram acesso ao processo.
Para o espanto dos Magistrados do Ministério Público, tudo o que o texto espelha consta do processo, desde os oito milhões agraciados ao pai do malogrado, aos dinheiros na ordem de um milhão e 200 mil Kwanzas, faltando apenas saber o valor que os procuradores levaram nas suas algibeiras, se, de facto, levaram.
Sabe-se que foram dois procuradores, um dos quais conhecido apenas por Matateu, já transferido daquela Esquadra, mas que não deixou de frequentar a antiga casa supostamente para rever negócios algo adormecidos como conta a nossa fonte bem familiarizada com o dóssier.
De acordo com a fonte, o Comandante da Esquadra do Sequele, não conseguiu evitar a pressão da dupla de procuradores que o persuadiam a libertar o jovem Oldmir Fortunato, com pedidos vindos de todas as partes.
Sabe-se que Oldmir Junqueira Fortunato, o homicida neste processo, já se encontra no Brasil, enquanto aqui na terra as coisas azedam.








