Alega ser parceira- Neth Nahara detida em casa de Higino Carneiro, mas general considera haver "agenda obscura" contra si
Efectivos do Comando Municipal do Talatona da Polícia Nacional detiveram, este domingo, a digital influencer, Ana da Silva Miguel, também conhecida por Neth Nahara, de 31 anos de idade, em casa do general na reforma, Higino Carneiro, alegando ser seu parceiro. Mas este, disse desconhecer "a invasora" estar em curso “agendas obscuras, às quais, facilmente chega-se à sua origem e motivações.
Por: Na Mira Do Crime
Nahara, que esforçou a entrada da residência, por volta das 12 horas, disse à polícia que foi ter com o general para exigir assistência dado o seu estado sorológico.
Num documento atribuído à Consultoria de Comunicação Estratégica de HC, a que este jornal teve acesso, esta assevera que o general não a conhece e "não vê sequer razões para acudir tal enfermidade de que a mesma alega padecer, pelo facto de esse, não ser portador do VIH, conforme testes recentemente divulgados e cuja autenticidade pode facilmente ser aferida pelas autoridades de saúde de Angola junto da sua congênere brasileira".
Estranho ainda, acrescenta, foi que, nessa incursão, a cidadã, fazia-se acompanhar de várias viaturas, dentre as quais, um prado branco e uma “Land Cruiser” “Chefe Máquina”, cujas matrículas e outros dados de seus condutores são, por ora, ocultados em obediência ao princípio do segredo de justiça.
"Os registos de vídeo-vigilância apresentam um incaracterístico movimento no perímetro da residência de Higino Carneiro, depreendendo, à partida, que se tratava de mais um filme aos filmes que, nos últimos dias, somos obrigados a assistir, onde personagens como o carácter, a imagem, a honra e a privacidade não são respeitados, porém, acabam pretensiosamente vilipendiados sem a correspondente responsabilização civil ou criminal", lê -se no documento.
De forma a esbater "de uma vez por todas essa estratagema", estão a ser reunidas provas bastante para, por um lado, junto dos órgãos de justiça nacionais (e se as circunstâncias obrigarem) recorrer aos órgãos internacionais, para responsabilizar os autores materiais e morais e, por conseguinte, partilhar com a sociedade, dados, para que sejam expostos tais "planos macabros de desonra pública".








