Polícia investiga agentes da 43ª Esquadra acusados de agredir um militar e furtar 216 mil kwanzas
O Porta-voz da Polícia Nacional em Luanda, Superintendente Nestor Goubel, garantiu ao Na Mira do Crime que o caso de agressão contra um militar ocorrido no passado dia 5 de Agosto do ano em curso, assim como o caso da Esquadra da Camama, onde um cidadão de 26 anos de idade foi baleado por um suposto agente da polícia estão a ter o devido tratamento.
Por: Belchior Resende
Segundo o responsável, relativamente ao caso da Esquadra 43, em que estão a ser acusados alguns efectivos que terão agredido um cidadão, isto no município de Viana, “é um processo que tramita, aliás, os mesmos já foram apresentados a Polícia Judiciária (PJ) pra serem ouvidos, sendo que também foi aberto um processo interno para as diligências que se impõem, fim do qual os mesmos serão obviamente responsabilizados”, garantiu.
De acordo com Nestor Goubel, o Comando Provincial apenas estranhou o tempo em que lesado levou para fazer a denúncia, já que tinha que ser no momento oportuno.
Igualmente, disse, a situação da Camama, sobre um jovem baleado por supostos agentes da polícia, não podemos provar, “mais a informação que temos, da conta que a patrulha em questão, foi chamada a intervir numa situação de poluição sonora, e ao chegarem no local do sucesso, os jovens rebelaram-se, queriam agredir os efectivos e na tentativa de dispersa-los foram feitos disparos porque estava em risco a própria integridade física dos efectivos”, explicou o porta-voz, acrescentando que, momentos depois do sucedido, apareceram na Esquadra da Camama alguns populares, alegando que um jovem tinha sido baleado.
“Portanto, o comandante já lá esteve e abriu-se um processo, quanto a falta de apoio, a Polícia tomou boa nota, e no inquérito vamos imputar responsabilidades”. De acordo com o número 1 da comunicação policial em Luanda, fica sempre subjacente a denúncia oportuna destes casos, para as medidas serem tomadas em tempo real.








