Comissário Divaldo Martins eleito o melhor Polícia de 2023 pelo Na Mira do Crime
O Comissário Divaldo Martins, comandante provincial da Polícia Nacional na província da Huíla, tem sido apontado pela sociedade e, especialmente, pela população do Lubango e demais municípios daquela província, como um grande exemplo de bom polícia, de carácter, digno, responsável e comprometido com os cidadãos.
Por: Na Mira do Crime
Entre a chefia da Polícia Nacional e demais forças castrenses, o Na Mira do Crime atendendo o pedido da sociedade, e pelo acompanhamento minucioso que tem sido ‘alvo’ pelos profissionais desta casa, escolhe o Comandante provincial da Huíla, Comissário Divaldo Júlio Martins, como o melhor do ano de 2023.
É notável a forma como o Comissário Divaldo Martins tem orientado a Polícia Nacional na província da Huíla. O seu trabalho, no âmbito da contenção e do combate à delinquência e criminalidade em geral, é elogiado por diversas entidades e os seus feitos estão a merecer aplausos da população huílana.
Desde que foi nomeado para chefiar aquela parcela do país e mesmo nos anteriores cargos por que passou, Divaldo Martins sempre captou a simpatia geral da sociedade, quer pela sua postura de um polícia digno, como pela sua gestão participativa e dinâmica para elevar a confiança e o sentimento de segurança dos cidadãos.
Nos últimos dias, face ao elevado índice de criminalidade que se espalhou pelo país, principalmente participada por jovens, também na cidade do Lubango, entre outros municípios da Huíla, à semelhança do que acontece em Luanda e em outras províncias, o Comissário Divaldo Martins dinamizou diversos processos, como a prestação de auxílio às autoridades judiciais pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) e a consolidação da Polícia Nacional, o reforço da disciplina e melhoria da interacção com os cidadãos, que resultou no aumento da segurança, ordem e tranquilidade públicas. ´
O também delegado provincial do Ministério do Interior, no âmbito da estratégia que visa garantir mais segurança e eficiência da actuação policial, implementou o “Programa Polícia do Bairro”, com a finalidade de fortalecer o policiamento comunitário.
Na mesma esteira, para a concretização plena do projecto “Policiamento de Proximidade”, para a prevenção de crimes, riscos e ameaças à ordem pública, Divaldo Martins tem pedido maior envolvimento das administrações municipais na província, considerando que trata-se de uma tarefa que requer a aposta na participação de outras entidades, públicas e privadas, nos processos de identificação e solução das questões de segurança, sendo que da Polícia e dos polícias espera-se comunicação, proximidade, empatia, cooperação e pedagogia.
Entretanto, apesar do empenho, nem sempre os efeitos são os que se desejam no que diz respeito ao “Policiamento de Proximidade”, em virtude de alguns constrangimentos como a falta de maior apoio por parte das entidades superiores do MININT, resistência interna ao modelo/mudança, a deficiente comunicação interna e externa, objectivos mal definidos, o pouco envolvimento dos órgãos locais, o desinteresse e pouco envolvimento dos cidadãos nas questões comunitárias e das lideranças nos programas e projectos de segurança.
Contudo, o Comandante provincial tem sabido, com paciência e pedagogia, demonstrar a necessidade de mudar o quadro, conseguindo assim maior envolvimento dos órgãos locais, desenvolvimento de um programa específico, definição de um conceito “polícia do bairro”, com o estabelecimento de objectivos gerais, implementação do programa na organização, tendo definido vectores, acções, padrões de proximidade e programa de prevenção criminal prioritária.
Para chegar a esse patamar, foram realizadas visitas comunitárias, visitas solidárias e encontros comunitários de segurança, programas de prevenção criminal, como escola segura, turismo seguro e comércio seguro.
Igualmente, foram definidos procedimentos, objectivos específicos indicadores, mecanismos de monitorização e avaliação nos municípios, criaram-se ferramentas de encontro, trabalho, e aquisição de meios de apoio que permitiram a elaboração de uma estratégia de comunicação e a definição de um plano de implementação.
Recorde-se que, há algum tempo, na província da Huíla, foram surpreendidos alguns jovens que, em presença da pandemia da Covid-19, violaram as medidas estabelecidas pelo decreto presidencial que proibia ajuntamentos de mais cinco pessoas, quando pretendiam realizar manifestações contra o custo de vida e a favor da convocação das eleições autárquicas em Angola.
Em vez de reprimir os jovens, o comandante Divaldo Martins, numa atitude pedagógica, conversou com os mesmos, garantiu o seu direito à manifestação e exortou-os a respeitarem a lei, a absterem-se de violência, arruaça e destruição de bens públicos e privados, em prol da ordem, harmonia social e, sobretudo, em defesa do bem-vida no tempo de pandemia.
Depois da prelecção, os jovens foram postos em liberdade e, apesar de ter havido alguns ajuntamentos de jovens que se manifestaram, com cânticos e palavras de ordem, o movimento foi calmo, ante o olhar atento de efectivos da Polícia.
É caso para dizer que a razão pode mais que a força. O comandante Divaldo Martins deu uma lição de como se deve lidar com a população, sobretudo num momento em que a carência, a miséria que causa sofrimento às pessoas fala mais alto e alguns manipuladores aproveitam-se para tirar proveito próprio.
As atitudes do Comissário Divaldo Júlio Martins são dignas de um chefe, um líder. Por esse motivo, a sociedade presta-lhe homenagem como “melhor comandante (Polícia) de 2023”.
OBS: Este é um trabalho que este jornal vai tratar em todos os finais de ano e, pela especificidade e tarefa dos agentes da ordem, o Na Mira do Crime pede encarecidamente ao Ministro do Interior, Eugénio Laborinho, ao Comandante-geral da Polícia Nacional, Comissário-geral, Arnaldo Carlos e ao Director-geral do Serviço Investigação Criminal, Comissário-Chefe, Paulo Bendje, que não 'conotem' e nem associem os escolhidos aos nossos artigos, porque são pesquisas feitas pelos nossos profissionais, e nada tem a ver com os efectivos seleccionados.
Os efectivos escolhidos, serão principalmente do Ministério do Interior







