Direcção Central do SIC incinera mais de 7 toneladas de medicamentos caducados
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) através da Direcção Central de Combate aos Crimes Económicos e contra a Saúde Pública, procedeu, na empresa de saneamento de Luanda, Elisal, no município de Viana, a incineração de sete toneladas de medicamentos diversos com data de caducidade vencida e que eram comercializados a céu aberto nos mercados informais.
Por: Kihunga Bessa
Segundo o porta-voz do SIC-Geral, superintendente-chefe Manuel Halaiwa, estes medicamentos foram apreendidos na sequência de várias micro - operações realizadas a nível das clínicas, hospitais, postos médicos, assim como mercados informais.
Avançou ainda que depois de ser detectada a venda de medicamentos a céu aberto no mercado do Kicolo, foi possível apreender uma grande quantidade de fármacos e, em consequência, foram detidas algumas pessoas que procediam ao comércio dos medicamentos de forma ilegal, e também pessoas que exerciam actividades farmacêuticas.
O porta-voz acrescentou também que, não obstante os medicamentos estarem caducados, estavam ainda mal acondicionados, quer em alguns depósitos como nos mercados informais onde são comercializados a céu aberto.
"O mau acondicionamento dos fármacos pode provocar de forma imediata adulteração das substâncias medicinais, o que fez com que o SIC procedesse a apreensão", sublinhou.
Informou igualmente que foi mediante despacho do Mistério Público que autorizou, que se procedeu à destruição total, transformando os fármacos em cinza para que não mais voltassem ao mercado para ser vendido.
Manuel Halaiwa garantiu que o SIC vai continuar com esta acção de enfrentamento a nível dos depósitos, postos médicos, hospitais, clínicas e mercados informais e combater a venda ilegal de medicamentos e também do exercício ilegal da profissão de farmacêutico, aconselhando a população que procurem os lugares adequado para a compra dos produtos que precisam para combater determinadas enfermidades e onde verificarem vendas ilegais denunciarem às autoridades para que tomem as medidas adequadas.







