Menor baleada já teve alta e continua a precisar de cuidados médicos
A menor de 3 anos de idade, Maria Luís Miranda, baleada no passado dia 15 de Maio, residente no bairro São Pedro da Barra, distrito urbano do Ngola Kiluanje, município de Luanda, já teve alta hospitalar e embora esteja bem, mas o seu estado de saúde continua a constituir preocupação para a família.
Por: Cambuta Vieira
Após a equipa deste jornal ter divulgado o estado clínico da menor, depois da criança ter passado pelo hospital Josina Machel, vulgo Maria Pia, de onde foi transferida para o hospital pediátrico David Bernadino, Maria Luís Miranda teve alta hospitalar, no passado dia 23 de Maio e recupera satisfatoriamente.
Na visita de constatação feita pela equipa deste jornal à casa da menor, Isabel Luís, a mãe da criança disse que a filha está a recuperar bem, mas continua a precisar de muitos cuidados.
“Neste momento verificamos que ela está bem, não se está a queixar de nenhuma dor, mas o que nos preocupa é que ela continua com o lado esquerdo paralisado, não anda, fala com bastante debilidade, a ferida na cabeça verte líquido toda hora, não pode ficar muito tempo sentada a faz as necessidades em fraldas descartáveis”, explicou garantindo que diariamente a menor gasta pelo menos cinco fraldas descartáveis situação que cria um grande embaraço para o orçamento familiar.
Segundo disse, no passado sábado, receberam o apoio de uma pasta de descartáveis que terminou esta sexta-feira e essa situação tem sido complicada, principalmente porque não estou a trabalhar", lamentou.
Em relação aos apoios que tem recebido da Polícia Nacional, Isabel Luís disse que a corporação tem ajudado com valores de táxi sempre que a família vai ao hospital. Por este facto, espera que os responsáveis deste órgão castrense aumente os apoios, não só das fraldas descartáveis, algo que ela já não fazia uso, mas também financeiro.
De lembrar que antes do ocorrido a menina Maria Luís Miranda levava uma vida normal. Falava bem, brincava normalmente como toda criança da sua idade e já não usava fraldas descartáveis, daí o apelo da mãe no sentido de ser apoiada com fraldas descartáveis.







