Procura-se dinheiro do PIIM - Cidadãos agastados com o atraso na reabilitação da escola milionária n° 5043 em Viana
No âmbito do programa do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) implementado pelo Executivo, em todo território nacional, a escola 13 de Dezembro, do ensino primário n° 5043, situada no bairro Ana Paula- Mirú, Distrito Urbano da Estalagem, município de Viana, em 2023, foi beneficiada com um orçamento de 205 milhões de Kwanzas no intuito de se reabilitar as 6 salas de aulas e também ser ampliada com mais outras salas, no prazo de 120 dias.
Por: Cambundo Caholua
A situação está a deixar insatisfeito os moradores daquele bairro, que dizem que o prazo de 4 meses garantido para a conclusão da obra já esgotou e não acreditam que a retomada da edificação da estrutura seja concluída tão cedo.
Factos apurados por este jornal indicam que, até ao momento, foi dada a iniciativa da construção de cinco salas, que está paralisada.
A obra é da tutela da administração municipal de Viana e está a cargo da empreiteira PRIORATO, que tem como responsabilidade reabilitar toda estrutura antiga e adicionar no perímetro da escola mais algumas salas de aula para acudir a demanda existente naquela zona, já que é a única instituição estatal de ensino na comunidade.
Segundo uma fonte próxima da referida escola, a primeira pedra para a construção das salas adicionais foi lançada em meados de 2023, sendo que em Setembro do mesmo ano, a empresa responsável da obra teria que entrega-la ao dono, no caso administração municipal de Viana. Até à presente data, já passa um ano e não se honrou o prazo acordado.
A mesma fonte revelou a este jornal que o atraso da obra, presume-se que se deveu a um desentendimento entre a administração municipal de Viana liderada por Demétrio António Brás de Sepúlveda e outros membros do sector da educação, relativamente ao valor orçado pelo Executivo e o alocado directamente para a obra. Terá sido notada alguma disparidade abismal. Ou seja, o dinheiro que o município destinou à empreitada não condiz ao real.
O que mais apoquenta os moradores são as informações segundo as quais a empreiteira abandonou a obra pelo meio, sem nenhuma explicação.
Alguns professores e outros trabalhadores vivem na total incerteza e o que sabem da obra são apenas especulações.







