AGT na Huíla encerra empresas sem aviso-prévio e deixa empresários entre “a espada e a parede”
A Administração Geral Tributária (AGT), na Huíla, está a encerrar empresas sem nenhuma explicação ou aviso-prévio, deixando os empresários locais constrangidos com a situação.
Por: Laurentino Tchatuvela (Huíla)
Os empresários consideram que não tem havido “bom senso” entre a classe empresarial e os funcionários da AGT.
João Borges, da empresa Jovens Electros, explicou que a AGT na Huíla é o principal inimigo e a maior dor de cabeça dos empresários locais, afirmando que muitas empresas estão encerradas injustamente.
A AGT tem bloqueado as contas bancárias dos empresários e não acerta as contas, uma vez que o governo quer muito mais dinheiro do que se deve ao Estado.
“Neste momento, muitas empresas na província da Huíla estão encerradas e não sabemos de onde vieram essas orientações”, referiu.
Ernesto Pinto António, da empresa Academia do Saber, disse que a maior preocupação dos empresários na Huíla tem a ver com a burocracia que se regista, e que a AGT tem-se posicionado mal em relação aos empresários.
O Na Mira do Crime contactou o chefe de repartição da AGT na Huíla, Nílton Didalelua, mas recusou-se a falar, argumentando que está à espera de uma orientação superior a partir de Luanda para se pronunciar sobre o assunto.







