Polícia Militar manda para cadeia efectivos do SIC que assassinaram efectivo do DIIP no Cazenga
Os oito efectivos do Serviço de Investigação Criminal (SIC), que haviam sido caucionados no processo do fórum comum por uma procuradora junto do SIC-Luanda, por envolvimento no assassinato do 1º Subchefe da Direcção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), João Inácio Vaz Contreiras, de 42 anos de idade, foram detidos pela Polícia Judiciária Militar, na última sexta-feira, 20, e serão enviados para a cadeia militar do Tombo.
Por:Ngunza Chipenda
O Na Mira do Crime sabe que os acusados terão pago 1 milhão e 300 mil kwanzas, para sua liberdade e seguirem o processo em liberdade.
No entanto, o grupo de advogados constituído pela família do malogrado, representando pelo advogado Osvaldo Salupula recorreu à Polícia Judiciária Militar.
Após investigação minuciosa, os acusados foram notificados e detidos na última sexta-feira, 20, porque as armas usadas para “metralhar” o polícia com 14 tiros, não estão supostamente registadas na corporação.
Fonte da PJ contactada pelo Na Mira, fez saber que são duas pistolas não registadas e, quando os mesmos elementos foram para ser ouvidos, foi dada a ordem de detenção por crime de posse ilegal de arma de fogo, e, agora, vão cumprir no fórum militar
De acordo com o advogado da família, esta situação não retira responsabilidades dos efectivos no processo do fórum comum, que segue os seus trâmites legais, e nos próximos tempos, serão chamados à barra do tribunal para responder judicialmente.
Este jornal sabe que o instrutor do processo, identificado como Alexandre da Costa Lelo, vai ser ouvido nos próximos dias pela PJ.
O Na Mira do Crime identificou os efectivos Chinho, Baptista, Catululu, Leandro e chefe Cazenga como os principais responsáveis da morte do polícia.
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