“Tatá”: Presidente dos taxistas no Zaire condenado a um ano de cadeia por arruaça e vandalismo
A Polícia Nacional do Zaire, deteve, na terça-feira, 11, o cidadão nacional conhecido como “Tatá”, de 38 anos, presidente dos taxistas na região, acusado de incitar actos de arruaça, tumulto e vandalismo.
Por: Belchior Resende
A acção, segundo as autoridades locais, foi realizada pelo próprio acusado, que lidera a associação dos taxistas na região.
A sua insatisfação surgiu devido às medidas policiais adoptadas para combater o crime e manter a ordem pública.
Isso incluiu a apreensão de veículos modificados para o contrabando de combustível e outros delitos. Como resultado, o jovem terá organizado actos de arruaça, resultando em sua própria detenção e a de mais quatro automobilistas.
O porta-voz da Polícia Nacional no Zaire, Intendente Luís Bernardo, informou que o acusado demonstrou desafio às autoridades judiciais, após a decisão do tribunal.
“Ele prometeu continuar com seus actos dia seguinte, o que de facto aconteceu, quando ele interrompeu as actividades comerciais no parque. O acusado foi encaminhado ao Tribunal da Comarca de Mbanza Kongo para julgamento sumário”.
O Na Mira do Crime sabe que o jovem foi julgado sumariamente pelo tribunal local, e condenado a pena de um ano de cadeia.
Quanto aos demais automobilistas envolvidos em arruaças e tumultos, foram condenados a pena de 100 dias de multa cada.
Os automobilistas foram acusados de envolvimento em arruaças e tumultos na região, causando perturbação da ordem pública.
O Tribunal Provincial decidiu pela aplicação da pena de multa como forma de punição pelos actos cometidos.
Os réus, durante a audiência, tiveram a oportunidade de se defender e apresentar suas argumentações, porém, a decisão final foi de aplicar a multa de 100 dias, com valor total de 660 mil Kzs para cada um dos condenados.
Além disso, foram cobradas taxas adicionais para a defesa, totalizando 2 milhões e 760 mil Kzs a serem pagos.
Fica evidente a gravidade dos actos cometidos pelos automobilistas, e a necessidade de cumprir com as consequências legais das suas acções.
“A decisão do Tribunal Provincial serve como exemplo para que todos respeitem a lei e evitem comportamentos que possam colocar em risco a segurança e a ordem pública”, disse o porta-voz da PNA, Luís Bernardo.







