Recolha coerciva de AKM: Farmácias, centros de formação e mercados serão os primeiros a perderem as "armas de guerra"
Farmácias, centros de formação e os mercados, serão os primeiros estabelecimentos a perderem, ou entregarem as armas de guerra, de forma coerciva, soube o Na Mira do Crime de fonte fidedigna.
Por: Ngunza Chipenda
Os próximos 15 dias, a começar do dia 05 de Março, serão virados para estes espaços, sendo que, para os próximos 15 dias a seguir, depois do dia 20, estarão obrigados a entregar os meios bélicos os bancos comerciais, hospitais, residências e demais locais guarnecidos por empresas de seguranças, que usam armas de guerra.
Para amanhã, em Luanda, está reservada uma reunião entre as autoridades e os responsáveis das empresas de segurança, na Unidade de Reacção e Patrulhamento (URP).
Amanhã, as autoridades vão estabelecer às regras para as empresas seguirem, sob pena de serem responsabilizadas criminalmente.
Dados em posse deste jornal, dão conta que ainda ontem, um pouco por todo país, os comandante municipais reuniram com os seus superiores, para alinhamento desta medida.
Armas custam o "olho da cara"
No entanto, o que os responsáveis das empresas de segurança reclamam, é o elevado preço das armas inferior a 9mm, que estão a ser comercializadas por apenas duas empresas certificadas.
O Na Mira do Crime teve acesso aos preços praticados pelas empresas, e notamos que os preços variam entre 350 mil a 650 mil kwanzas por arma.
Esta retirada faseada das armas, soube o Na Mira, visa a verificar o grau de perigosidade que está situação pode acarretar, uma vez que os grupos de marginais quando investem sobre um alvo, vão munidos com armas de guerra, e não são poucas vezes que se registam vítimas mortais.







