Caso Cipriano Cavela morto à pancada na cadeia do Lubango: juíza Maria Guiomara Gamboa ‘assume’ julgamento no Supremo
O caso Cipriano Cavela tem novos contornos. O recluso morto a tortura no Estabelecimento Prisional do Lubango, província da Huíla, tem agora o caso nas mãos da Veneranda juíza Conselheira, Maria Guiomara Gamboa, que tem a missão de marcar a data de julgamento, para os 14 arguidos dos Serviços Penitenciários, indiciados no crime de Homicídio Qualificado.
Por: Belchior Resende
O Na Mira do Crime sabe que a família do malogrado endereçaram uma carta ao Juiz Conselheiro Presidente, datada de 15 de Maio de 2025, a pedir celeridade processual, e na mesma carta fazem algumas reivindicações, como, dado a gravidade dos factos, e visto que o Estado protege a vida humana, que sejam recolhidos os arguidos para que aguardem o julgamento em prisão preventiva.
Neste processo, é também arguido o ex-director do Estabelecimento Prisional da Huíla, Comissário Prisional Miguel Arcanjo Pedro Gaspar, que goza de foro especial.







