Carolina Cerqueira exige responsabilização dos indivíduos que atacaram deputado da UNITA no Huambo
A Presidente da Assembleia Nacional, Carolina Cerqueira, mostrou-se preocupada com o ataque de que foi alvo uma delegação da UNITA, chefiada pelo deputado Apollo Felino Yakuvela, no passado dia 30 de Maio, na sede municipal da Galanga, e exigiu aos órgãos competentes a tomarem “medidas necessárias para o esclarecimentos e responsabilização dos autores”.
Por: Lito Dias
“Solidarizamo-nos com o deputado Apolo Yakuvela e augurámos que possa retomar brevemente a sua função como representante do povo legitimamente eleito”, refere Carolina Cerqueira em nota de repúdio contra o ataque que feriu o deputado Apollo e outros membros da sua caravana.
UNITA aponta dedo ao MPLA
Este Jornal contactou uma fonte ligada ao Secretariado Provincial da UNITA no Huambo, que afirmou que no passado dia 30, uma caravana do seu Secretário Provincial da UNITA, que se dirigia para o município da Galanga, foi atacada por “milícias do MPLA organizadas e comandadas pela Senhora Administradora e primeira Secretária na Galanga, Carlota.
Na sua página do Facebbok, o ex-deputado pelo Grupo Parlamentar da UNITA na legislatura passada, Delfino Dumbo, fez saber que o partido do Galo Negro fala em mais de 150 indivíduos que compunham o grupo das milícias, entre homens, mulheres e até crianças, munidos de paus, catanas, pedras e machados. “O incidente que constitui um acto bárbaro e intolerante aconteceu por volta das 15 horas e a 30 metros da unidade policial, no interior daquele município”, lê-se na nota, referindo que tudo foi realizado “sob o olhar impávido e sereno da polícia como se já soubesse do plano”.
“De salientar que na província do Huambo, há 4 comunas onde a UNITA não encontra paz; todo um militante que ousar exibir o verde ou o vermelho da bandeira, correrá sérios riscos de vida: No Londuimbali a comuna de Galanga (novo município) e a comuna de Kumbila; no Ukuma, a comuna de Kakoma; na Chicala Cholohanga a comuna de Mbave”, sistematizou, acusando os primeiros secretários do MPLA de serem os mentores desses casos de intolerância política.







