Empresa Chinesa Guangde Internacional Group acusa ex-trabalhador que sofreu acidente de trabalho de "faltar com a verdade"
No dia 30 de Maio do ano em curso, o jornal "Na Mira do Crime" publicou uma matéria relacionada com um cidadão nacional de nome Arison Neto de Sá, de 25 anos de idade, que acusa a direção da empresa chinesa "Guangde Internacional Group" de tê-lo despedido devido a limitações físicas, causada por um acidente de trabalho. Entretanto, o chefe dos Recursos Humanos da instituição, identificado como Edyson Júlio Pedro, acusa o ex-funcionário de faltar com a verdade.
Por: Kihunga Bessa
Em entrevista a este jornal, o responsável da empresa explicou que a direcção prestou todo o apoio necessário durante o período em que o jovem esteve hospitalizado.
"Quando aconteceu o acidente, a empresa apoiou a vítima desde o hospital e durante o tempo de repouso em casa, inclusive pagamos os seus salários sem qualquer problema", afirmou.
Acrescentou que, após muito tempo em casa, a vítima solicitou à direção da empresa a possibilidade de voltar a trabalhar.
" Quando ele solicitou, a direção da empresa procurou uma outra secção com serviços leves e o reintegrou, permitindo que voltasse a trabalhar", observou.
O responsável fez saber ainda que o mesmo trabalhador, aproveitando-se da sua condição física, começou a abusar dos serviços, indo à empresa quando lhe era conveniente, "bêbado e drogado".
Afirmou, da mesma forma, que a sua instituição em nenhum momento o despediu.
"O que ocorreu foi que, devido a uma contenda supostamente ocorrida com seu chefe de equipa, ele decidiu abandonar o trabalho sem o conhecimento e consentimento da direção da referida empresa".
Disse, por outro lado, que o jovem tinha "problemas de comunicação e não conseguiam contactá-lo".
Após muito tempo ausente, a direcção da empresa considerou o abandono de trabalho", concluiu.







