Em Cacuaco - Moradores queixam- se do elevado índice de criminalidade e exigem atenção das autoridades
Os moradores do bairro Deolinda Rodrigues, no município de Cacuaco, mostram-se preocupados com a onda de assaltos na via pública e em residências, com recurso a armas brancas e de fogo, pelo que; clamam por socorro urgente das autoridades
Por: Kihunga Bessa
Segundo apurou o Na Mira do Crime, durante uma ronda realizada naquela zona, nesta sexta-feira, 20, o bairro estava calmo e já não registava crimes violentos, devido às políticas implementadas pela coordenação local.
À nossa reportagem, os moradores atestam que, durante os últimos dias, regista-se uma onda de assaltos na via pública e em residências, situação que só pode ser resolvida com o patrulhamento de proximidade.
"Ficamos um bom tempo sem registo de crimes violentos porque o nosso presidente do concelho do bairro, João Ferreira, no seu programa implementado, tem a paciência de dialogar com a população, sobretudo os motoqueiros, no sentido de ajudarem a manter o bairro longe da criminalidade, mas ele começou a sofrer ameaças de morte", informaram.
Engrácia Santos, Kiala José e António Gomes, moradores daquele bairro há mais de 10 anos, contam que, nos últimos dias, os marginais esperam as pessoas nas esquinas com facas, lâminas e outros objectos contundentes e, sob ameaças de morte, retiram os bens dos transeuntes.
Aqueles habitantes explicaram que os períodos mais críticos são das 5 e das 19 horas, momentos em que as pessoas saem de casa para o trabalho e vice-versa.
Outra grande preocupação são os assaltos em residências, onde os meliantes surpreendem os moradores na calada da noite. “Os assaltos mais recentes foram registados na quarta e quinta-feira, quando duas casas localizadas nos quarteirões 11 e 16 foram visadas, tendo sido levados vários bens, como botijas, televisores plasma, valores monetários, etc…”, contaram.
"Ainda não conseguimos identificar realmente quem são os jovens que protagonizam essas acções, mas sabemos que vêm de outras zonas e, às vezes, são mandados pelos nossos filhos", realçaram, apelando para que haja presença permanente dos efectivos da ordem e segurança para banir tais práticas.







