No Cazenga - Cidadã padece de câncer maligno e clama por ajuda para se tratar no exterior do país
Uma cidadã que atende pelo nome de Patrícia Lourenço, de 32 anos de idade, residente no município do Cazenga, rua da Rádio, padece de um tumor no Liso à Direita, maligno, conforme diagnóstico médico. Por isso, pede ajuda às instituições e pessoas de boa vontade no sentido de garantirem o seu tratamento no exterior do país.
Por: Solange Figueira
O tumor no Liso à Direita pode se referir a um tumor que se desenvolve no músculo liso localizado na região direita do corpo, ou a um tumor que afecta a região hepática. A nomenclatura “Liso” refere-se ao tecido muscular liso, presente em órgãos internos.
Patrícia Lourenço disse que trabalhava como atendedora de loja; estava a frequentar a universidade, no curso de Engenharia Informática, e descobriu a doença em Outubro de 2024. Porém, começou os tratamentos no Hospital Oncológico, em Janeiro e, desde então, tem recebido, bom tratamento no referido hospital.
Apesar disso, sem condições, a família por iniciativa própria, tomou decisão de pedir ajuda à sociedade, em geral, para que se faça o tratamento no exterior do País. "Há 8 meses, tive uma gripe que foi se estendendo ao longo de um mês, causando muita dor de cabeça. Por não haver melhorias, fui ao Hospital Militar e descobriu-se que era um tumor maligno”, relatou, acrescentando que depois do diagnóstico, começou um tratamento de quimioterapia no centro de oncologia, mas a situação só piorava.
Os médicos dizem que o tumor está a ramificar-se e aproximar-se do seu cérebro, pelo que; “venho por este meio pedir ajuda a todos para que se compadeçam com a minha situação”. “Sou mãe de três filhos, todos eles menores de idade, faz 4 meses que não levo o mais pequeno ao colo porque nem forças para me sentar eu tenho”, queixou-se.
O tumor está localizado no interior das narinas, afectou os membros inferiores, não consegue andar; precisa de cadeiras de rodas para se locomover, além do dinheiro para poder viajar para o estrangeiro. “O tumor cegou o meu olho direito, todos santos dias tenho tido dores nas articulações, isso é um pedido de socorro de uma mãe que ver seus filhos a crescer e continuar a lutar para poder alimenta-los”, rogou.
Bruno Afonso, marido de Patrícia, conta que vive na casa de renda. Para sustentar a família, trabalha em construção civil, como estucador. “A Patrícia já fez três biópsias e vários exames, segue com o tratamento, fazendo quimioterapia no Hospital Oncológico. Não temos reclamação do hospital, temos tido apoios, e sempre que ela tem de fazer a medicação, o centro oncológico manda uma ambulância que a leva até lá”, reconhece.
“As melhorias porque não são significativas, a família pretende ouvir outros médicos fora do país. Ela já esteve internada três vezes; muitas vezes fica no hospital por uma semana para os médicos realizarem estudos sobre a doença”, disse.







