Droga pesada: Mais de 428 Kg de cocaína, anfetamina, crack e metanfetamina jogadas ao fogo
No âmbito do dia mundial da luta contra as drogas, que se assinalou nesta última quinta-feira, 26, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) incinerou, nas instalações da empresa RECOLIX, no município dos Mulenvos, cerca de 428 quilos e 680 gramas de droga do tipo cocaína, crack, skunk, anfetamina, metanfetamina, quetamina, êxtase, bem como cannabis sativa, vulgo liamba.
Por: Cambundo Caholua e Adão Manuel
O Superintendente-chefe, Manuel Halaiwa, Porta-voz do SIC-geral, explicou que essas substâncias psicotrópicas foram apreendidas na sequência de várias operações realizadas em território nacional, e realçou que dentre as drogas incineradas destaca-se 295 quilos e 999 gramas de cocaína, a droga pesada com maior realce.
"Foi também incinerada 814 gramas de bicarbonato, 400 gramas de anfetamina, 196 gramas de metanfetamina, 100 gramas de crack, 90 gramas de quetamina, mil litros de quetamina, bem como estupefacientes, entre outros tipos", esclareceu.
A queima das drogas, segundo Halaiwa, resultou das várias micro-operações realizadas pelas distintas direcções que compõem o Serviço de Investigação Criminal, no seu todo.
"De Janeiro a Maio do ano em curso, podemos aqui dizer que foram registados 508 crimes de tráfico e consumo de estupefacientes, bem como outras substâncias psicotrópicas", revelou.
Destes, sublinhou, foi possível deter 579 cidadãos nacionais e estrangeiros envolvidos nesses tipos de crimes.
Disse que destes crimes já foram esclarecidos 452, no mesmo período que vai de Janeiro a Maio deste ano.
Por outro lado, o Porta-voz explicou que a maior parte desta droga é proveniente da República Federativa do Brasil, propriamente do Estado de São Paulo, entretanto, tinha como destino os países vizinhos de Angola, África do Sul, Namíbia e Moçambique.
"Essa droga entrou no território nacional de forma dissimulada, quer em malas de viagem, quer ingeridas no estômago em cápsulas, quer também dissimuladas em tecidos de panos, foram usadas em várias maneiras para trazer a droga de forma dissimulada", ressaltou.
O oficial de comunicação sublinhado que fruto da prontidão dos operacionais daquele órgão de investigação, foi possível impedir com que a droga entrasse no consumo nacional.







